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ALIMENTOS

A Fermentação de Bebidas Alcoólicas

Fermentação de Bebidas Alcoólicas A princípio, a fermentação é um importante processo biológico realizado por microrganismos (bactérias e leveduras) para a obtenção de energia, sendo fundamental para a vida no planeta.Mas quando falamos de fermentação alcoólica, a primeira coisa que vem à mente é a cerveja, correto? Entretanto, existem várias outras bebidas (e alimentos) do nosso cotidiano que também são fermentadas. História da Fermentação: Dessa forma, antigamente, a fermentação alcoólica não era totalmente compreendida, e vista como algo “místico”. Depois, passou a ser entendida como uma reação química espontânea causada pelo contato com o ar, e a levedura sendo vista apenas como um subproduto. Foi apenas com os estudos de Louis Pasteur, em meados de 1800, que se descobriu que as leveduras desempenham um papel fundamental na fermentação. Tipos de Fermentação: Além disso, as bebidas alcoólicas no geral possuem diferentes propriedades que as diferem bastante entre si (matérias prima, teor alcoólico, concentração de ingredientes, etc). Mas apesar de suas diferenças, todas elas compartilham algo em comum: o processo bioquímico da fermentação alcoólica. Entre os vários tipos de fermentação que existem, as mais importantes para bebidas e alimentos são: fermentação alcoólica, lática e acética. Com isso, no caso da fermentação alcoólica na produção de bebidas, utiliza-se leveduras da espécie Saccharomyces cereviseae, sendo um processo biológico anaeróbico, no qual os açúcares (glicose, frutose, sacarose) são convertidos em energia, produzindo como subproduto: álcool e dióxido de carbono. Esse tipo de fermentação também ocorre no vinho, sidra, cerveja e kombucha. Se interessou pelo tema e deseja desenvolver sua própria linha de bebidas? A Catálise Jr. pode te ajudar! Entre em contato com nosso time especializado e agende uma conversa.

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Quais os Benefícios do uso de Cosméticos Fermentados

Benefícios dos Cosméticos Fermentados Estabelecendo a união entre a tradição e a ciência, os cosméticos fermentados apareceram no mercado como uma ferramenta capaz de trazer inúmeras melhorias para o microbioma cutâneo. Essa característica ocorre devido às propriedades carregadas pelo processo de fermentação, uma prática milenar que possui grande valor à medicina e à alimentação. Assim, tem-se uma nova linha de cosméticos criada, a qual está ganhando cada vez mais popularidade entre os consumidores por otimizar as propriedades dos ingredientes e fornecer uma pele mais saudável. O Processo de Fermentação: A fermentação, de forma geral, é um processo metabólico em que se utiliza a ação de microrganismos para converter açúcares em ácido, álcool ou gás. Tratando dos cosméticos, a ideia central é a mesma, logo, serão utilizados, por exemplo, enzimas, bactérias e fungos para transformar ingredientes como plantas e óleos, em compostos menores. Essa quebra em pequenas partes faz com que os ativos sejam melhores absorvidos pela pele, de modo que sua potência e estabilidade também aumentem. Quais os Benefícios? A pergunta que pode ser feita, portanto, é: por que essa melhoria acontece? Nessa perspectiva, para entender o processo é importante explicar o que é o microbioma cutâneo. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, na pele humana habitam milhares de bactérias, fungos e vírus que formam o que é conhecido por microbioma. Sua função abrange a proteção do nosso organismo de doenças e demais questões como ressecamento e hipersensibilidade. Não somente, mas a ação dos microrganismos garantem o desenvolvimento de uma barreira de proteção, capaz de equilibrar o pH da pele e prevenir a aparição de germes patogênicos. Unindo os conceitos descritos, a resposta para a pergunta é o fato dos ativos fermentados atuarem como ótimos aliados na proteção da barreira cutânea. Isso pois são responsáveis por guiar as bactérias boas para o microbioma, possibilitando o cuidado com a pele sem que o seu processo natural seja rompido. Logo, a eficiência do produto se torna otimizada, principalmente para as peles sensíveis que demandam maior cuidado. Como resultado dessas características, pode-se mencionar três pilares que surgem como vantagens para quem decide abraçar os cosméticos fermentados. O primeiro é a melhoria da absorção devido ao menor tamanho dos ingredientes e maior reconhecimento deles pela pele; o segundo é a maior potência, uma vez que a fermentação auxilia na intensidade e eficácia dos antioxidantes e hidratantes, respectivamente; o terceiro é a ação probiótica, outro fator possibilitado pelo fortalecimento da barreira natural cutânea provocado pela fermentação. Devido a esses pontos, têm-se outros como: evitar irritações e dermatites, controle do pH na estabilidade e ação nutritiva e hidratante. Não apenas para a pele, mas essa linha de cosméticos também possui como benefício a redução dos impactos ambientais, posto que reduzem a quantidade de insumos utilizados quando comparados à produção de ativos sem a fermentação.  Assim, entende-se a quantidade de benefícios e a formação dos cosméticos fermentados, estes que podem ser encontrados em séruns, cremes hidratantes e essências fermentadas, as quais previnem o envelhecimento, garantem brilho e iluminação à pele. Entretanto, é importante entender que apesar dele ser aplicável a todos os tipos de pele, as necessidades específicas de cada uma devem ser atendidas

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Microrganismos produtores de corantes

Microrganismos Produtores de Corantes A natureza é uma fonte inesgotável de maravilhas e surpresas. Um exemplo fascinante disso são os microrganismos produtores de corantes, pequenos seres que desempenham um papel notável na criação de cores vibrantes e naturais.  A Ciência Por Trás dos Microrganismos Produtores de Corantes: Microrganismos como bactérias, fungos e leveduras têm a capacidade única de produzir pigmentos naturais que podem ser usados em diversas aplicações. Através de processos metabólicos intrincados, esses microrganismos transformam substratos naturais em cores impressionantes. Isso abre um mundo de possibilidades para a produção de corantes sem o uso de produtos químicos nocivos. Aplicações dos Corantes Produzidos por Microrganismos: Indústria Têxtil: Os corantes naturais provenientes de microrganismos estão conquistando espaço na indústria têxtil, oferecendo uma alternativa sustentável aos corantes químicos convencionais. Eles são não apenas mais ecológicos, mas também podem criar uma ampla gama de cores vibrantes. Alimentos e Bebidas: Microrganismos produtores de corantes estão sendo usados para dar cor a alimentos e bebidas de forma segura e natural. Imagine um sorvete vermelho brilhante ou um refrigerante azul sem corantes artificiais! Cosméticos: A indústria de cosméticos também está adotando corantes naturais produzidos por microrganismos, atendendo à crescente demanda por produtos de beleza naturais e sustentáveis. Sustentabilidade e Microrganismos Produtores de Corantes: Uma das maiores vantagens dos corantes naturais produzidos por microrganismos é a sua pegada ecológica reduzida. Eles são biodegradáveis, não poluem o meio ambiente e economizam recursos preciosos, como água e energia, em comparação com os corantes sintéticos. O Futuro Brilhante dos Corantes de Microrganismos: À medida que a busca por soluções sustentáveis e naturais continua a crescer, os microrganismos produtores de corantes estão desempenhando um papel fundamental na moldagem do futuro. Eles representam uma alternativa emocionante aos corantes artificiais e têm o potencial de revolucionar várias indústrias. Se interessou no tema ? Converse com um de nossos assessores a qualquer momento.

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E aí, vai uma cervejinha?

E aí, vai uma cervejinha? Origem e definição de cerveja   A nossa queridinha cerveja faz parte da cultura global e é possível encontrar seus amantes em diversos países, como Bélgica, África do Sul, Irlanda e é claro  Brasil. Grande parte dessa fama se dá devido a sua relevância histórica, uma vez que se tem registros de sua fabricação já na civilização mesopotâmica (ou seja, ela existe há, pelo menos, 5000 anos!). O princípio básico da bebida é a fermentação alcoólica, pela ação das leveduras, de malte da cevada. Entretanto, há uma variação desse processo, e isso leva a existência de diferentes tipos de cerveja. Há várias receitas pelo mundo, mas as principais têm como ingredientes: malte de cevada, água potável e lúpulo. Pode-se ainda substituir parte da cevada por  arroz, trigo, centeio, milho, aveia e sorgo.  Para se ter uma bebida de qualidade, é preciso ter controle adequado de aspectos da produção, como:  contaminações temperatura a seleção do microrganismo  a cinética fermentativa volume de mosto Economia e oportunidades  Entre o cultivo das matérias primas, a produção, a distribuição, a comercialização e o consumo, a cerveja é responsável por 1,6% do PIB do Brasil e 14% da indústria de transformação nacional.  Ainda que o brasileiro seja um grande  consumidor desta bebida, a tendência é que a  média anual de litros consumidos por habitante cresça mais a cada ano.  Assim como demosntrado, o  mercado de cervejaria vem crescendo constantemente e mostra-se cada vez mais como uma área promissora para se investir, criar novos sabores, padronizar seus processos , regulamentar seu estabelecimento e  otimizar sua produção  . Você tem interesse em comercializar sua cerveja? Precisa de alguma ajuda com a produção? Já tem um negócio e quer alavancar mais ainda suas vendas? Entre em contato conosco! A Catálise Jr. possui o auxílio de ótimos professores  para possibilitar o seu projeto!

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Instrução Normativa 41, Mapa e Kombucha

Instrução Normativa 21, MAPA e Kombucha No dia 18 de setembro de 2019, foi publicado no Diário Oficial da União a Instrução Normativa nº 41, ela estabelece o padrão de Identidade e qualidade da Kombucha, incluindo os parâmetros analíticos que devem ser utilizados pelos produtores e importadores do produto. Para os produtos já existentes no mercado, os produtores terão 365 dias (um ano) para realizar as adequações, perante a ANVISA e o MAPA, quanto aos rótulos e composição do produto.  Isso foi necessário, já que agora o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) entende que a Kombucha pode ser classificada como bebida fermentada não alcoólica e bebida fermentada alcoólica. “Os produtos alcoólicos são aqueles que apresentam mais de 0,5% de graduação alcoólica em sua composição e devem informar de maneira clara no rótulo essa informação, juntamente com demais advertências sobre a bebida.”. O Mapa é responsável pela normatização e regulamentação de empresas, mercadorias e produtos de origem animal, vegetal e mineral. Outra de suas funções é atuar como órgão regulador, verificando as condições higiênicas e sanitárias de produtos e estabelecimentos, além disso, verifica a ordem regulatória documental da empresa e se os procedimentos para a confecção do produto seguem o Manual de Boas Práticas de Fabricação. Tudo isso para que o consumidor final tenha a qualidade desejada nos tais produtos. Para tal, o ministério impõe padrões de qualidade homologados conforme Instruções normativas (como a Instrução Normativa nº 41 no caso da Kombucha) e demais legislações federais, estaduais e outras estabelecidas pelo próprio Ministério da Agricultura. Portanto ter sua Licença de Empresa junto ao MAPA é fundamental. Entre os principais pontos da Instrução Normativa nº 41 estão as definições do que é considerado kombucha, classificação, ingredientes obrigatórios, proibições, rotulagem e análises laboratoriais. Sobre as análises que devem ser feitas, estão a determinação do pH, concentração de CO2, teor alcoólico, acidez, estas ainda devem ser realizadas de acordo com os métodos oficiais do Mapa. Sobre a rotulagem, fica proibido o uso de alegações funcionais não autorizadas pela legislação específica da ANVISA, bem como a utilização de expressões que atribuam características de qualidades superlativas. Para mais detalhes de como deve ser a rotulagem, clique em Rotulagem Nutricional Obrigatória e Kombucha. Precisa de auxílio para deixar sua produção de kombucha em consonância com a Instrução Normativa 41? Entre em contato conosco, será um prazer te ajudar!

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Quais são os benefícios do mel?

Quais são os benefícios do mel? O mel é um produto natural obtido a partir do néctar das flores e de excreções da abelha. Além de ser um ótimo adoçante natural, esse produto apresenta propriedades curativas, digestivas e energéticas e possui diferentes tipos. Trata-se de um alimento funcional que exerce atividade prebiótica e tem como efeito, a regulação do trânsito intestinal, regulação da pressão arterial, redução do risco de câncer e dos níveis de colesterol. Em 2008, comparando-o com a sacarose, com o açúcar extraído da cana-de-açúcar ou da beterraba, os autores de um estudo científico identificaram efeitos positivos do mel no equilíbrio da glicose, do colesterol e do triacilglicerol, os triglicerídeos formados pela união de três ácidos gordos da cadeia lateral de glicerol. Além disso, com base em um teste conduzido pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, o mel age contra sintomas de resfriado como tosse e dor de garganta. A partir dos resultados de catorze pesquisas que envolveram mais de 1 .700 pessoas. O levantamento mostrou ainda que as bactérias não criam resistência ao mel, o que é um grande benefício perante os antibióticos. O poder bactericida do mel, também está aliado às suas virtudes laxativas, melhorando significativamente o trânsito intestinal. Ao mesmo tempo, é apontado, por especialistas nacionais e internacionais, como um excelente tonificante dos músculos, dos tecidos cutâneos, dos nervos e de vários órgãos.   Sendo assim, é possível descrever o mel como um alimento funcional com diversos benefícios que exerce a atividade prebiótica e tem como efeito, a regulação do trânsito intestinal, regulação da pressão arterial, redução do risco de câncer e dos níveis de colesterol. Tem uma produção de mel e quer melhorar seus resultados? entre em contato conosco! A Catálise Júnior pode te auxiliar do começo ao fim!

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Cerveja: da produção ao consumidor

Cerveja: da produção ao consumidor A cerveja é uma das bebidas mais apreciadas pela população mundial, inclusive pelos brasileiros. Prova disso, é a colocação do Brasil como o terceiro país que mais consome cerveja no mundo, movimentando um mercado interno de mais de 17 bilhões de reais. Dada a importância dessa bebida na economia, a Catálise Jr trouxe um panorama geral de quais são as etapas a serem seguidas por você, que busca a produção de uma cerveja de qualidade: Maltagem: Etapa onde ocorre a preparação dos grãos, que são determinados pelo tipo de cerveja a ser produzida, sendo os mais usados a cevada, o trigo e o milho. Os grãos devem ser colocados de molho em uma solução contendo apenas água, por um período de até 40 horas, com o objetivo de liberar alguns antinutrientes que atrapalham no processo de fermentação. Após esse período deve-se secar os grãos a altas temperaturas e encaminhá-los para o processo de moagem, para enfim se obter o que chamamos de malte. Brassagem: Processo catalisado por diversas enzimas, em que ocorre a conversão do amido presente no malte em açúcar, originando o mosto, que é um líquido mais açucarado utilizado no processo de fermentação que dará origem à cerveja. O mosto é filtrado, com o intuito de retirar os compostos insolúveis da mistura, garantindo uma maior pureza do componente. Fervura: Fase responsável pela esterilização do mosto, propiciando a eliminação de sabores e odores indesejáveis da mistura. Concomitantemente, há a adição de lúpulo, que confere o amargor e o aroma específico da cerveja, sendo essas características mais atenuadas conforme o tempo de ebulição. Resfriamento e fermentação:  Estágio em que o mosto é resfriado até uma temperatura média de 23º C. Posteriormente, há a adição de leveduras que consumirão os açúcares ali presentes, produzindo álcool e dióxido de carbono. Após a primeira fermentação, a cerveja é submetida a outro processo de aquecimento e filtragem, para a retirada dos resquícios de levedo e qualquer outra partícula indesejada. Maturação: Após as etapas anteriores, a cerveja passa por um processo de envelhecimento, que consiste em mais um ciclo de fermentação, para que as características sensoriais sejam mais bem desenvolvidas no produto final. Por fim, a cerveja pode ser envasada em embalagem específica e enfim disponibilizada para os consumidores. Tem interesse em desenvolver ou melhorar sua produção de cerveja? A Catálise Jr pode te ajudar! Entre em contato conosco e agende um diagnóstico gratuito sem compromisso!

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Tecnologias Emergentes na produção de alimentos veganos

Tecnologias Emergentes na produção de alimentos veganos A produção de alimentos veganos têm se beneficiado de diversas tecnologias emergentes que buscam oferecer alternativas sustentáveis e saudáveis aos produtos de origem animal. Algumas das tecnologias mais promissoras incluem: Bioimpressão de Alimentos: A bioimpressão 3D permite a criação de texturas e estruturas complexas de alimentos a partir de ingredientes à base de plantas. Isso pode resultar em produtos veganos que se assemelham em textura e aparência a produtos de origem animal. Cultura de Células e Carne de Cultivo: A produção de carne em laboratório envolve o cultivo de células musculares em um ambiente controlado, sem a necessidade de criar ou abater animais. Essa tecnologia pode ser aplicada para produzir alternativas veganas a carnes tradicionais. Tecnologias de Fermentação: A fermentação de microrganismos geneticamente modificados pode ser usada para produzir proteínas e outros ingredientes veganos de forma mais eficiente e sustentável. Exemplos incluem a levedura que produz proteínas semelhantes às do leite. Processamento de Alimentos à Base de Plantas: Tecnologias de processamento avançado, como a extrusão a alta pressão, permitem criar texturas e propriedades de alimentos veganos que se assemelham a produtos de origem animal. Ingredientes Inovadores: A pesquisa está sendo feita para identificar novos ingredientes à base de plantas que possam ser utilizados na produção de alimentos veganos, como proteínas de microalgas, insetos e outros vegetais menos convencionais. Inteligência Artificial (IA) e Aprendizado de Máquina: A IA pode ser usada para melhorar a formulação de produtos veganos, otimizando sabores, texturas e propriedades nutricionais por meio do processamento de grandes conjuntos de dados. Biotecnologia Agrícola: A edição genética e a engenharia de plantas podem criar culturas vegetais com características específicas para a produção de ingredientes veganos mais nutritivos e funcionais. Tecnologias de Embalagem Sustentável: Embalagens inovadoras à base de plantas e materiais sustentáveis estão sendo desenvolvidas para armazenar alimentos veganos de forma segura e ambientalmente amigável. Monitoramento e Rastreabilidade: Tecnologias como blockchain permitem rastrear a origem e a jornada dos ingredientes usados em alimentos veganos, garantindo a transparência e a autenticidade dos produtos. Juntas, todas essas tecnologias emergentes têm o potencial de impulsionar a inovação na produção de alimentos veganos, proporcionando alternativas mais sustentáveis, saudáveis e acessíveis aos produtos de origem animal. Se interessou pelo assunto, trabalha nessa área e deseja otimizar sua produção de alimentos veganos e embalagens sustentáveis? A Catálise Jr. pode te ajudar. Entre em contato conosco e agende sua reunião diagnóstica gratuita!

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Passos vitais para a produção de Kombucha

Passos vitais para a produção de Kombucha Dados apresentados em 2020 pela Global Market Insights indicam que os negócios com a kombucha ultrapassaram 1,8 bilhão de dólares em 2018 e devem crescer mais 16% até 2025. A pesquisa afirma que essa procura crescente acontece porque as pessoas estão mais preocupadas com a saúde, buscando opções naturais, com menos conservantes e de menor impacto ambiental. A kombucha é uma bebida fermentada consumida há milhares de anos. Ela é produzida a partir de uma colônia de bactérias e leveduras probióticas chamada de scoby (Symbiotic Colony of Bacteria and Yeast, em inglês, ou Colônia Simbiótica de Bactérias e Leveduras). É possível fazer kombucha em casa, porém, apesar de não ser um processo complexo, requer certos cuidados como limpeza, recipiente adequado de vidro ou cerâmica e local ao abrigo de luz para o processo de fermentação, por exemplo. Para a produção da kombucha, são necessárias duas etapas: 1)  Primeira fermentação Nessa etapa, o chá e o açúcar devem ser vertidos em um recipiente com água fervente e deve ficar abafado por alguns minutos. Posteriormente, o chá deve ser filtrado e o líquido adocicado deve ser colocado em um recipiente de vidro ou cerâmica. Quando o líquido estiver frio ou em temperatura ambiente, adiciona-se o scoby. Após essa etapa, tampar com o tecido ou o papel toalha e prender com um elástico em volta do recipiente. Permanecer em repouso e ao abrigo de luz, por pelo menos 10 dias.  Depois desse tempo, deve-se provar a bebida e, se o líquido já tiver sabor azedinho e levemente adocicado que seja agradável ao paladar, pode ser iniciada a segunda fermentação. 2)  Segunda fermentação Agora, deve-se retirar o scoby do recipiente e transferir o líquido para uma garrafa. Acrescentar à bebida fermentada açúcar ou mel, frutas processadas em forma de suco ou em pedaços (maçã, melancia, carambola, abacaxi) e especiarias (cravo, canela), o que for de sua preferência. Para realizar o armazenamento da bebida, o recipiente deve ficar bem fechado, para evitar que o gás carbônico saia. Por fim, coloque as garrafas fechadas em ambiente seco, fresco, longe da luz e deixe-as descansar de 3 a 5 dias. Refrigere antes de consumir. Apesar de parecer simples, devemos nos atentar em diversos detalhes durante o procedimento, para não afetar a qualidade final da kombucha. Sua produção de kombucha não está da forma que você gostaria, mesmo realizando os passos acima? Não se desespere, a Catálise Jr pode te ajudar! Entre em contato conosco para que possamos entender melhor suas necessidades.

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Nova Rotulagem Nutricional

Nova Rotulagem Nutricional Desvendando a Nova Rotulagem Nutricional O que é a rotulagem nutricional? Uma tabela de rotulagem nutricional tem o objetivo de informar ao consumidor informações como as propriedades nutricionais dos alimentos e bebidas. Acontece que atualmente houveram mudanças aprovadas pela ANVISA que visam deixar as informações mais claras para que as escolhas alimentares sejam feitas com mais consciência.  O que mudou? A tabela passa a ter apenas letras pretas e fundo branco. O objetivo é afastar a possibilidade de uso de contrastes que atrapalhem a legibilidade das informações.    É obrigatória a declaração de açúcares totais e adicionados, do valor energético e de nutrientes por 100 g ou 100 ml, para ajudar na comparação de produtos, bem como o número de porções por embalagem.  A ideia é esclarecer o consumidor, de forma clara e simples, sobre o alto conteúdo de nutrientes que têm relevância para a saúde.  Design de lupa para identificar o alto teor de três nutrientes: açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. O símbolo deverá ser aplicado na face frontal da embalagem, na parte superior, por ser uma área facilmente capturada pelo nosso olhar. Desvendar a nova rotulagem nutricional é um passo significativo para fazer escolhas com mais autonomia e com a Catalise Jr., sua empresa estará preparada para atender às demandas da nova rotulagem nutricional, garantindo a transparência, a precisão e a conformidade de seus produtos no mercado. Entre em contato conosco hoje mesmo e agende uma reunião diagnóstica totalmente gratuita!

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