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Mulher trabalhando em uma indústria relacionada a análises de alimentos

Análises de Alimentos na Indústria

Análises de Alimentosna Indústria As análises de alimentos desempenham um papel essencial na garantia da qualidade, segurança e conformidade dos produtos alimentícios. Por meio de diferentes métodos laboratoriais, é possível identificar contaminantes, alterações de composição e irregularidades que possam comprometer o consumo seguro. Na indústria, essas análises permitem o monitoramento das etapas de produção, desde a matéria-prima até o produto final. Assim, as empresas asseguram que seus alimentos cumpram as exigências legais e os padrões de qualidade esperados pelo mercado e pelo consumidor. Além disso, contar com o suporte técnico de uma equipe especializada, como a da Catálise Jr, torna o processo mais confiável e eficiente. A seguir, conheça os principais tipos de análises realizadas no controle de qualidade de alimentos. Análise Microbiológica Dessa forma, as análises microbiológicas tem como objetivo detectar a presença de micro-organismos patogênicos (como Salmonella, E. coli, Listeria) que possam causar doenças alimentares. Essa análise pode ser realizada através de testes de cultura microbiológica e por PCR (Reação em Cadeia da Polimerase) para identificação rápida de patógenos.  Análise Físico-Química Nesse, sentido, as análises físico-químicas tem tem como objetivo determinar características físicas e químicas dos alimentos, como pH, umidade, teor de gordura, proteínas, carboidratos, vitaminas, minerais e fibras. Realizado para garantir que os produtos atendam às especificações nutricionais e padrões regulatórios, descritos na rotulagem de nutrientes. Realizado com o uso de equipamentos como espectrofotômetros, cromatógrafos (Cromatografia Líquida de Alta Eficiência – HPLC) e técnicas de espectrometria de massa.  Análise de Contaminantes Além disso, nos alimentos é de extrema importância identificar contaminantes químicos (pesticidas, metais pesados, resíduos de medicamentos veterinários) ou físicos (fragmentos de vidro, plástico, metais) para evitar que essas substâncias sejam consumidas causando efeitos prejudiciais à saúde. Essa análise é realizada por técnicas como a cromatografia acoplada à espectrometria de massa. Portanto, essa etapa é indispensável para reforçar a segurança e a credibilidade das marcas alimentícias. Análise de Alérgenos Também, para garantir a segurança do consumo é necessário verificar a presença de alérgenos comuns (como glúten, lactose, amendoim, frutos do mar) em alimentos. Análises realizadas pelo teste de ELISA (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay) para detectar a presença de proteínas alergênicas. A presença desses componentes alergênicos deve ser destacada no rótulo dos alimentos. Análise de Vida Útil Assim também , as análises de vida útil, tem como objetivo determinar o prazo de validade e a estabilidade dos alimentos ao longo do tempo, considerando fatores como deterioração microbiana, rancificação de gorduras ou alterações físicas e químicas. Essa análise pode ser realizada por testes acelerados de vida útil que simulam as condições de armazenamento para prever a durabilidade dos alimentos. Esse procedimento garante que os alimentos permaneçam em conformidade com as especificações de qualidade durante todo o período de validade.  Análise de Autenticidade Além disso, verifica-se se os ingredientes são genuínos e se não houve substituições fraudulentas (como a adulteração de azeite de oliva com óleos mais baratos). Os métodos utilizados para tal análise consiste em Técnicas de DNA (como DNA barcoding) e análise isotópica são usadas para garantir a autenticidade de produtos de origem animal e vegetal. Essa análise deve ser realizada para proteger os consumidores contra fraudes alimentares e garantir a transparência e veracidade das informações.  Um exemplo recente na mídia brasileira foi a análise de conformidade de diversas marcas que comercializam creatina, a Associação Brasileira das Empresas de Produtos Nutricionais (Abenutri) realizou um ranking geral de análises da creatina e constatou inconformidade em 25 das marcas.  Análise de Embalagens Da mesma forma, esse tipo de análise é realizada com o objetivo de avaliar se os materiais de embalagem são seguros e não transferem substâncias prejudiciais aos alimentos (migração de contaminantes). Essa análise é realizada por testes de migração em materiais de embalagem utilizando espectrometria ou cromatografia. Necessário para evitar a contaminação por produtos químicos da embalagem e garantir a segurança alimentar. Por fim, as análises na indústria alimentícia desempenham um papel crucial na proteção do consumidor e na preservação da reputação das empresas. As regulamentações que abrangem a indústria alimentícia se tornam cada vez mais rigorosas visando reduzir ao máximo as inconformidades encontradas nos produtos. Através de técnicas de análise avançadas, as empresas garantem a produção de alimentos seguros, de alta qualidade e conformes com as regulamentações, minimizando riscos e ganhando confiança no mercado.  Quer entender mais sobre como as análises de alimentos impactam a segurança e a qualidade dos produtos?A Catálise Jr, está pronta para ajudar sua indústria a crescer com base em ciência e tecnologia. Fale com nossa equipe e transforme dados em decisões inteligentes!

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Curiosidades: adição de sabores na cerveja

Curiosidades: adição de sabores na cerveja A princípio, quando se fala em cerveja artesanal, sabemos que a criatividade do cervejeiro pode ser ilimitada. Na produção de uma cerveja, são necessários quatro ingredientes principais: água, malte, lúpulo e levedura. Com esses insumos, é possível criar diferentes versões da bebida apenas modificando algumas variáveis, como a torra do malte, o preparo do lúpulo e o tipo de levedura utilizada. No entanto, a verdadeira magia acontece quando adiciona-se frutas, especiarias e outros ingredientes para dar à cerveja sabores, cores, corpos e aromas característicos. O Mistério da Adição de Sabores na Cerveja Dessa forma, adicionar sabores na cerveja pode ser um grande desafio para muitos cervejeiros, a  principal dúvida é com relação à escolha dos ingredientes e, principalmente, em qual etapa do processo eles devem ser adicionados.  Por isso, muitos cervejeiros iniciantes buscam orientação em tabelas padronizadas para se guiarem, evitando possíveis prejuízos durante a produção da cerveja. Essas tabelas contêm com informações sobre a quantidade de ingredientes, em qual etapa do processo adicioná-los e o tempo necessário para cada um deles. Por fim, o momento correto de adicionar frutas e especiarias pode variar dependendo do processo de produção. Essa etapa pode ser realizada em três momentos principais: fervura, fermentação ou maturação, e a quantidade de frutas ou especiarias também pode variar de acordo com o tipo de cerveja (ou do gosto do consumidor).  Frutas Com isso, no caso das frutas, a forma como elas são utilizadas pode influenciar bastante o sabor final da cerveja. Pedaços, extrato, polpa ou outras formas de preparo podem alterar o resultado. Utilizar a fruta inteira, congelada e sem diluição pode maximizar o sabor e a qualidade do produto final. Especiarias Alén disso, nas especiarias que possuem sabores e aromas mais suaves não necessitam de preparo prévio. Porém, para aquelas que têm sabores e aromas mais intensos, é necessário realizar uma diluição simples em água quente ou fria para garantir a melhor integração com a cerveja. Se você se interessou pelo tema e deseja desenvolver sua própria linha de cervejas, a Catálise Jr. está preparada para te auxiliar no que for necessário. Entre em contato com nosso time especializado e agende uma conversa!

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Duas pessoas de uma indústria discutindo sobre o aumento na escala produtiva

Aumento da escala produtiva

Aumento da escala produtiva A princípio, falar sobre aumento da produção sempre gera muitas dúvidas, sendo a principal delas: “por onde devo começar?”. Ainda assim, tirar a ideia do papel não se torna fácil devido às várias exigências que a ampliação de escala envolve. Portanto, neste post veremos um pouco do que deve ser entendido quando o assunto é expansão da escala produtiva. Inicialmente, ao se considerar o tema, é importante saber que elevar a produção está diretamente ligado ao aumento da demanda e como é feita a própria produção em si. Para esses pontos serem aplicados, então, deve-se considerar um bom planejamento e aplicação de estratégias, os quais, ao serem unidos, garantem uma padronização do que está sendo confeccionado e um controle sobre o espaço e as maquinarias. Dessa forma, é possível garantir maior quantidade de vendas, em companhia à qualidade, além de adequação às legislações, por seguir os protocolos dos Manuais de Boas Práticas de Fabricação (MBPF) e Procedimentos Operacionais Padrão (POP). Além disso, nem sempre produtividade e aumento de produção caminham juntos, apesar de ser necessário. Isso porque, quando há crescimento, também tem outros elementos que se elevam quando mal planejados, como cansaço, baixa capacitação ou pouca mão-de-obra. Outro fator que deve ser considerado é a compra de equipamentos, a qual deve ser feita de forma consciente para evitar investimentos desnecessários. Em tese, não há um tutorial de como ser feito, porém, existem métodos de análise que garantem o aumento da produção, ainda garantindo as características originais do produto, a expansão de vendas para supermercados, padarias e outros pontos de revenda e a redução de custos por unidade. Diante disso, tem-se ainda a união dos conhecimentos artesanais em parceria dos benefícios do aumento de produção, isso proveniente de fatores como: layout, manual de boas práticas de fabricação e aumento da vida útil. Layout Neste critério é importante se pensar na disposição dos equipamentos e qual será o fluxo de pessoas dentro do ambiente. Para isso, os processos devem ser otimizados, além de padronizar a confecção do produto. Como resultado, tem-se agilidade e eficiência da produção. Já, se tratando do ambiente físico, ele deve passar por uma adequação, para que a movimentação do produto seja facilmente trabalhada, bem como os espaços aproveitados para outras funções.  Dentro do layout, tem-se o balanceamento da linha produtiva, o qual garante a continuidade da produção, de modo a reduzir os desperdícios e a ociosidade. Essa análise busca corrigir as lacunas formadas pela variação de tempo entre cada etapa do processo, por exemplo, atuando diretamente no aumento da produtividade. Boas Práticas de Fabricação Este é um documento que diz sobre as condições e operações higiênico-sanitárias de um estabelecimento, garantindo que a produção não ofereça riscos nenhum ao consumidor ou trabalhador. Logo, é uma prática crucial para conseguir uma frequência na qualidade do que se produz, bem como uma segurança sobre sua validade. Com isso, torna-se fácil expandir a estocagem e venda para mais de um lugar, pois a qualidade será a mesma. Aumento da vida útil Trabalhar com a duração de um produto expande a possibilidade de comercialização dele. Esses fatores estão relacionados ao tipo de embalagem escolhido, se haverá aditivos e como está sendo fabricada a linha. Listando os itens, quanto às embalagens, elas detém características específicas por produto, de modo a proteger do meio externo, como microrganismos e oxigênio; a metodologia fabril faz parceria com as embalagens, pois também protegem de contaminação; já os aditivos são utilizados no combate de efeitos enzimáticos e microbiológicos, que auxiliam na menor vida útil dos insumos.   Essas são algumas das etapas que podem ser adotadas para expandir a produção com base no aumento da escala. Se interessou por esse conteúdo e quer iniciar seu projeto? Entre em contato com a gente e agende uma reunião diagnóstica gratuita para tirar suas dúvidas!  

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Descarte correto de embalagens e medicamentos

Descarte correto de embalagens e medicamentos Comumente, instalam-se dúvidas acerca do descarte correto de medicamentos, sejam eles vencidos ou sobras de algum tratamento médico e, apesar de serem empregadas leis que reforçam a necessidade de medidas adequadas, a população perpetua as más práticas como o descarte em lixos comuns ou em vasos sanitários. Tal inadequação pode apresentar severos impactos ambientais frente à exacerbada quantidade que, segundo o Conselho Federal de Farmácia (CFF) em 2021, o Brasil produz de 10 a 20 mil toneladas de resíduos de sobras de medicamentos, por ano, incluindo também, fármacos vencidos. Riscos do descarte incorreto Em uma escala empresarial, esses problemas podem afetar a reputação das empresas, visto que tais componentes liberam substâncias químicas nocivas aos solos, lençóis freáticos e rios e isso afeta a imagem corporativa dessas instituições, perante a necessidade crescente mundial de implementar cada vez mais práticas ambientalmente responsáveis. Ademais, os riscos se ampliam para a saúde pública, uma vez que o descarte inadequado propicia o desenvolvimento de superbactérias, ou seja, bactérias que se tornam mais resistentes aos antibióticos e causam maiores danos aos humanos e animais que entrarem em contato com regiões contaminadas por esses microrganismos. Esse acontecimento não se restringe apenas à saúde populacional, mas se torna um dano à reputação da marca das empresas farmacêuticas, dado que elas possuem a obrigação ética de assegurar que seus produtos não agravam a situação. Dessa forma, tem-se o prejuízo ao nome da empresa quando a eficácia terapêutica desses medicamentos em questão é posta de maneira a não suprir com a função de conter a resistência microbiana, resultando, assim, em um impacto negativo no tratamento de diversas doenças. Riscos na produção Outro fator que merece atenção, é o cuidado para com os trabalhadores que estão na linha de produção desses medicamentos e, consequentemente, lidam com o descarte incorreto dessas substâncias, deixando eles em contato direto com as toxicidades liberadas e gerando riscos à saúde ocupacional. Logo, é extremamente essencial a implementação de um Manual de Boas Práticas de Fabricação (MBPF), o qual irá abordar as diretrizes necessárias para o descarte correto, criando estratégias de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) e demonstrando um compromisso em cumprir as normas e regulamentações exigidas por lei quanto à responsabilidade sustentável. Com isso, não somente a proteção dos trabalhadores estará garantida, mas haverá a criação de um espaço laboral produtivo e sustentável, além de afastar possíveis penalidades e danos à reputação da empresa. Retornos do manuseio correto A partir da organização e implementação de estratégias de manuseio, pode-se pensar na viabilidade de empregar atitudes como a logística reversa, uma atividade que entra em conformidade com o gerenciamento de resíduos, ao passo que otimiza os custos e benefícios para a empresa. Nesse contexto, considera-se o retorno desses materiais – embalagens e medicamentos – após as vendas e o consumo, de modo que eles sejam inicialmente devolvidos para os comerciantes (como farmácias e até hospitais) e esses enviarem ao centro de fabricação. Finalmente, as empresas podem inserir novamente ao seu ciclo produtivo e reduzir os gastos com insumos e matérias-primas, reforçando o princípio de quanto menos desperdícios, menores serão as despesas com a destinação dos resíduos.  Em suma, implementar um programa que promova o destino correto dessas substâncias cria uma conformidade regulatória, posto que atende as exigências pautadas pelo Decreto nº 10.388, da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), e, consequentemente, promove a visão externa positiva do público sobre a instituição, aumentando o envolvimento com colaboradores. Por sua vez, cria-se uma segurança quanto ao fortalecimento da posição da empresa no mercado, atraindo investidores na área e reforçando a imagem corporativa responsável e preocupada com a construção de uma sociedade devidamente saudável. Portanto, isso acaba por propiciar novas oportunidades de negócios e ampliar a geração de emprego e renda, visto que possibilita a criação de novas parcerias e novos projetos, realizando um encadeamento produtivo com a reciclagem e outras empresas, assim como um zelo pelas necessidades do seu mercado consumidor.

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