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COSMÉTICOS

Parâmetros e proibições que envolvem a kombucha

Parâmetros e proibições que envolvem a kombucha O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) prorrogou até 1º de julho de 2021 o prazo para adequação dos estabelecimentos produtores de kombucha aos padrões de identidade e qualidade fixados pela Instrução Normativa 41 (IN 41). A ampliação do prazo foi feita por conta dos reflexos da pandemia da Covid-19 junto aos produtores. A IN 41 foi publicada a fim de criar padrões de identidade e qualidade da kombucha, incluindo os parâmetros analíticos que devem ser observados pelos produtores e importadores do produto. A qualidade é o conjunto de características que um alimento deve apresentar, enquanto a segurança do alimento está relacionada com os riscos à saúde do consumidor. Dessa forma, com o intuito de garantir a qualidade da kombucha, alguns parâmetros devem ser analisados, dentre eles: pH, graduação alcoólica (% v/v), acidez volátil e análise de CO2. Para garantir a segurança do alimento, o Anexo 6 da IN 41 deixa evidente que é proibido: A presença de contaminantes microbiológicos em concentração superior ao limite estabelecido pela Resolução RDC nº 12, de 2 de janeiro de 2001. Esse tipo de contaminação pode alterar os alimentos, levando tanto a modificações das características do alimento e sua deterioração, quanto a geração de um ambiente propício ao desenvolvimento de microrganismos patogênicos, gerando quadros, muitas vezes, de intoxicação alimentar.  Presença de resíduo de agrotóxico não autorizado ou em concentração superior ao autorizado para fruta ou vegetal empregado como matéria-prima na produção da kombucha calculado em função da proporção de fruta ou vegetal utilizado. Vale ressaltar que a intoxicação por agrotóxicos pode ocasionar tonturas, cólicas abdominais, náuseas, vômitos, dificuldades respiratórias. A presença de qualquer contaminante orgânico ou inorgânico em concentração superior aos limites estabelecidos pela Resolução RDC nº 42, de 29 de agosto de 2013. A presença de qualquer substância em quantidade que possa se tornar nociva para a saúde humana, observados os limites de legislação específica. A adição de qualquer ingrediente não permitido em legislação específica da ANVISA ou que possa ser utilizado para adulteração do produto. A adição de ácidos voláteis, sintéticos ou de fontes exógenas, que não sejam provenientes exclusivamente do processo fermentativo dos insumos. A utilização de recipientes e embalagens tipo conta-gotas, spray, ampolas, ou outros que caracterizem como produtos similares àqueles de uso farmacêutico, medicamentoso ou terapêutico. Esse Padrão de Identidade e Qualidade (PIQ) é extremamente importante já que a kombucha passará a ter um Registro Específico. Com todos os critérios estabelecidos o consumidor também se beneficia, pois irá adquirir um produto com padrão de identidade e qualidade definidos. Se você deseja estar regularizado perante a Instrução Normativa 41, para oferecer a melhor e mais confiável kombucha ao seu público, a Catálise Jr pode te ajudar! Entre em contato conosco para que possamos entender melhor suas necessidades!

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Formulação teórica de cosméticos

O Guia Completo sobre Formulação de Cosméticos: Como Criar o Produto Ideal Primeiramente, é importante definir que os cosméticos são preparações, feitas a partir de produtos naturais ou sintéticos, criadas para serem utilizadas em diversas partes do corpo humano, como na pele, no sistema capilar e nas unhas. No entanto, desenvolver uma marca própria e colocar um novo produto no mercado exige muito mais do que uma boa ideia. Afinal, para que um cosmético seja competitivo e conquiste o cliente, ele precisa ser projetado nos mínimos detalhes. Neste artigo, vamos explicar como funciona o desenvolvimento de um produto e como o serviço de formulação teórica pode tirar a sua ideia do papel. Sumário Add a header to begin generating the table of contents Os 3 Pilares de um Cosmético de Sucesso De modo geral, para atingir o produto cosmético ideal, é imprescindível que ele apresente um equilíbrio perfeito entre três fatores principais: Desempenho e Eficácia: O produto deve cumprir exatamente a ação para a qual foi destinado. Por exemplo, se é um hidratante, ele precisa reter a umidade da pele de forma comprovada. Sensorial Agradável: A textura, a espalhabilidade, o tempo de secagem e a fragrância são decisivos. De fato, o consumidor julga a qualidade do cosmético logo no primeiro toque. Segurança Garantida: Acima de tudo, o uso do produto deve ser seguro, estável e livre de reações adversas indesejadas, respeitando todas as normas sanitárias. A Escolha Estratégica das Matérias-Primas Atualmente, existe uma infinidade de matérias-primas disponíveis no mercado, cada uma desenvolvida para provocar um efeito específico. Sendo assim, a escolha adequada destes ingredientes irá impactar diretamente na ação final do nosso cosmético — seja ele condicionante, hidratante, fotoprotetor, antissinais, entre outras funções. Além disso, os ingredientes não funcionam sozinhos. Por consequência, a interação química entre eles precisa ser perfeitamente calculada para evitar que o produto perca a estabilidade, mude de cor ou altere a sua textura ao longo do tempo. O que é a Formulação Teórica de Cosméticos? Neste contexto de complexidade, a Catálise Jr. oferece o serviço especializado de formulação teórica de cosméticos. Basicamente, este serviço visa auxiliar o cliente na criação técnica e científica das suas formulações, desde a prancheta até à proporção exata de cada componente. Dessa forma, o nosso serviço é baseado em selecionar as melhores matérias-primas funcionais, estéticas e de marketing, criando uma formulação exclusiva e do zero. Assim, garantimos que o protótipo do produto seja feito exatamente da maneira como você imaginou. Durante este processo, levamos em consideração todas as propriedades físico-químicas, os benefícios de cada composto e a melhor combinação entre eles para atingir o objetivo exato do cosmético idealizado pelo cliente. Transforme a sua ideia em um produto real! Em conclusão, desenvolver um cosmético de alta qualidade requer conhecimento técnico, pesquisa e testes rigorosos. Tentar fazer isso sem apoio profissional pode resultar em perda de tempo e de investimento. Por isso, se você tem o desejo de inovar e lançar um cosmético no mercado com a segurança de que ele terá eficácia, um ótimo sensorial e estabilidade, nós podemos ajudar. Quer formular um cosmético novo, exclusivo e com a sua marca? A equipe da Catálise Jr. está pronta para estruturar a sua ideia. Referências BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) Guia de Controle de Qualidade de Produtos Cosméticos. 2. ed. Brasília: ANVISA, 2008 Ideias de Negócios: Como montar uma fábrica de cosméticos. Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 7, de 10 de fevereiro de 2015. Leia também: Quais são as consequências de operar sem registro? 5 motivos para investir no registro de cosméticos Registro de cosméticos Auxílio de registro 

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Seu investimento é economicamente viável?

Seu investimento é economicamente viável? Você já pensou em abrir um novo negócio, realizar algum tipo de investimento e não sabia por onde começar? Acreditamos que esse sentimento ocorre com todos empreendedores que estão em fase inicial de colocar suas ideias em prática. Para um planejamento ter sucesso, é imprescindível que o gestor realize um estudo de viabilidade econômica sobre seu negócio a ser investido. Mas, por que é tão importante esse serviço? O estudo de viabilidade econômica envolve uma série de análises sobre o mercado, balanços econômicos de processos e análises do fluxo de caixa relacionado com eventuais gastos, como um norte para o gestor, com o intuito de entender se o projeto é viável para o mercado ou não. A partir dessa análise, é também possível obter previsões de retorno financeiro do capital investido a partir de estudos estatísticos como: estimativas da taxa de retorno do investimento, tempo de retorno do investimento e se economicamente esse investimento pode ser realizado nas condições que foi idealizado. Sendo assim, obtendo dados fundamentais para uma administração financeira eficiente de qualquer empresa. A análise não serve apenas para gestores que estão iniciando o seu negócio, o estudo deviabilidade econômica também é necessário para a realização de qualquer novo projeto, como: a implementação ou a ampliação da área de atuação, criação de novos públicos- alvos e lançamento de novos produtos. Possui interesse em planejar suas novas ideias e saber qual o caminho certo para investir? Entre em contato com a gente e agende uma reunião diagnóstica!

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Embalagens cosméticas e sua relevância no mercado

Embalagens cosméticas e sua relevância no mercado Uma pesquisa realizada pela organização global Two Sides apontou, como já era previsto, que as embalagens impactam a decisão de compra de 99% dos consumidores aqui no Brasil. Devido a isso, as indústrias têm se concentrado cada vez mais em elevar o nível das suas tecnologias, materiais e estratégias na fabricação de embalagens.  As embalagens deixaram de ser apenas um simples envoltório para se tornarem parte essencial de qualquer produto. Os invólucros para cosméticos também possuem características especiais, e não é para menos. Seu valor na decisão de escolha do consumidor é extremamente relevante. Podemos dizer que, atualmente, a embalagem cosmética tornou-se o marketing do produto, e quanto mais agradável esta for, maior será a chance de atrair a atenção do consumidor. No mundo dos cosméticos, a embalagem perfeita é aquela que armazena o produto, facilita o seu uso, protege, informa, e, acima de tudo, é aquela que agrada o consumidor. Mas, você sabia que se a embalagem não for compatível com o conteúdo que ela armazena, isso pode acabar comprometendo a qualidade do produto? Para isso, alguns testes são de extrema importância, dentre eles, o teste de compatibilidade. Esse teste tem como função verificar a interação entre embalagem primária e produto. O teste de compatibilidade pode ser químico e físico. Teste de compatibilidade química: verifica a interação química do produto com a embalagem. Por exemplo: existem algumas essências que podem interagir com a embalagem, ocasionando trincamento da mesma, logo, são incompatíveis.   Teste de compatibilidade física: é a combinação do produto com característica mensurável da embalagem. Por exemplo: é incompatível colocar uma máscara capilar em um frasco conta-gotas. Embalagens da atualidade: Atualmente, o foco é a utilização de embalagens que agregam valor. Em destaque estão as embalagens isentas de plásticos; embalagens sustentáveis (ou green-friendly); embalagens interativas e embalagens que estejam de acordo com os valores da empresa. Embalagem x Meio ambiente: É fato que os consumidores estão mais comprometidos nas questões que envolvem a preservação do meio ambiente. Não só os consumidores como as indústrias também. Dessa forma, sabendo do impacto que as embalagens podem trazer ao meio ambiente, as indústrias cosméticas têm buscado oferecer maneiras de reduzir o impacto ambiental. Um grande exemplo disso é a implementação de embalagens retornáveis e a produção de refil do produto comercializado. Quer desenvolver sua própria formulação teórica de cosméticos ou se interessou pelas informações sobre as embalagens adequadas para produtos cosméticos? A Catálise Jr pode te ajudar! Entre em contato conosco para que possamos entender melhor suas necessidades.

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Cosméticos: selos e certificados

Cosméticos: selos e certificados Selos e certificados para cosméticos Cada vez mais o mercado consumidor tem buscado fazer escolhas conscientes em relação aos cosméticos que serão incluídos em sua rotina. Devido a isso, os cosméticos naturais, veganos e orgânicos tornaram-se opções cada vez mais populares. Para garantir a qualidade desses produtos, muitas marcas investem em selos ou certificados. Esses, são uma maneira de se destacar no mercado e assegurar o cliente que aquele produto realmente tem todas as características descritas. O que é um selo ou certificado? Embora o mercado de cosméticos sustentáveis tenha crescido muito nos últimos anos, ele ainda é algo recente. Devido a isso, a maioria dos países não possui nenhuma legislação específica para classificação destes. Sendo assim, algumas organizações elaboraram selos ou certificados para garantir que aquele produto é sustentável e não apenas utiliza o nome de “cosmético natural” ou “cosmético vegano” porque está em alta no mercado. Logo, essas instituições estabelecem algumas diretrizes sobre as variedades de cosméticos, e aqueles produtos que atendem tais requisitos recebem a certificação. Qual selo devo escolher? A quantidade de certificações existentes é imensa. Alguns existem para padronizar a formulação em si, outros a embalagem. Sendo assim, primeiro é preciso entender qual o diferencial do seu produto. Além disso, é necessário conhecer as proporções dos ingredientes utilizados e em qual mercado deseja comercializá-lo – internacional ou apenas nacional – para fazer a melhor escolha possível. Quais as possibilidades de selos? Para cosméticos orgânicos ou naturais, os principais selos utilizados são aqueles oferecidos pelo IBD, NATRUE ou Ecocert. O IBD é a maior certificadora da América Latina e possui um acordo mútuo com a NATRUE, associação internacional que busca padronizar o desenvolvimento de cosméticos naturais e orgânicos. Suas diretrizes abordam desde  as matérias primas utilizadas até a fabricação do produto final. Os requisitos são similares, porém, para produtos vendidos apenas nacionalmente, é utilizado o selo do IBD. A Ecocert é uma certificadora francesa que possui reconhecimento internacional. Assim como o IBD/NATRUE eles também possuem regulamentações que abordam os ingredientes e a fabricação do produto. Já para cosméticos veganos geralmente são utilizados os selos da SVB ou da PETA. O Selo Vegano, da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), possui reconhecimento nacional e é atribuído a cosméticos que são isentos de ingredientes de origem animal e cuja empresa que o produziu e os fabricantes de seus ingredientes não realizam testes em animais. Já a PETA – People for Ethical Treatment of Animals – é uma organização americana e seu selo “Approved Vegan” possui reconhecimento internacional. Este selo é equivalente ao Selo Vegano, oferecido pela SVB. Vale ressaltar que, para obtenção de qualquer um desses, o cosmético deve estar registrado na ANVISA. Tem interesse no mundo dos cosméticos? A Catálise Jr. pode te ajudar! Oferecemos desde formulações teóricas até mesmo auxílio para registro do seu produto. Entre em contato conosco para saber mais!

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Registro de cosméticos

Como Fazer o Registro de Cosméticos na Anvisa Você desenvolveu um cosmético incrível, testou a formulação e sabe que ele tem um enorme potencial no mercado. No entanto, antes de ver o seu produto nas prateleiras e nas mãos dos clientes, existe um passo inegociável: a regularização junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Neste artigo, vamos desmistificar o registro de cosméticos na Anvisa e mostrar como você pode trilhar esse caminho de forma segura e eficiente. Sumário Add a header to begin generating the table of contents Entendendo a Classificação: Seu Cosmético é Grau 1 ou Grau 2? Para começar, o primeiro passo regulatório é analisar a formulação e a finalidade do seu produto para definir em qual grau de risco ele se enquadra. A Anvisa divide os cosméticos em duas categorias principais: Cosméticos de Grau 1: Basicamente, são produtos com propriedades básicas, cuja comprovação de eficácia não é exigida inicialmente e que possuem menor risco (ex: sabonetes comuns, loções hidratantes básicas). Por consequência, estes são isentos de registro, necessitando apenas de uma Comunicação Prévia à Anvisa. Após a notificação, o produto já é publicado no portal e liberado. Cosméticos de Grau 2: Por outro lado, são produtos que possuem indicações específicas, exigem comprovação de segurança e eficácia, e apresentam um nível de risco um pouco maior (ex: protetores solares, alisantes capilares, repelentes). Portanto, estes exigem o Registro formal. Logo ANVISA – Registro de Cosméticos A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é o órgão responsável por regulamentar e aprovar o registro de cosméticos no Brasil. O Passo a Passo do Registro na Anvisa (Grau 2) De modo a garantir que o seu cosmético chegue ao mercado sem problemas legais, o processo de registro segue etapas bem definidas: 1. Cadastramento da Empresa e Adequação de Porte Primeiramente, tudo começa no portal da Anvisa, utilizando o Sistema de Peticionamento Solicita. É fundamental cadastrar a empresa e, acima de tudo, comprovar o seu porte (Microempresa, Empresa de Pequeno Porte, etc.). Atenção: O sistema cadastra empresas automaticamente no “Grupo I – Grande”. Dessa forma, se você não atualizar o seu porte, acabará pagando taxas altíssimas e incompatíveis com a sua realidade. Adequar o porte garante isenções ou descontos significativos. 2. Peticionamento Em seguida, o peticionamento é a solicitação oficial para que a Anvisa analise o seu produto. Para isso, através do sistema, você deverá preencher formulários específicos e receberá um checklist com toda a documentação técnica necessária. Além disso, esse processo pode ser feito de forma eletrônica, agilizando o envio das informações. 3. Pagamento de Taxas (GRU) Posteriormente, o sistema gera uma Guia de Recolhimento da União (GRU) para o pagamento da Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária (TFVS). Neste caso, o valor varia de acordo com o código do assunto e o porte da sua empresa—sendo que empresas menores possuem benefícios e podem até ser isentas. 4. Protocolo e Acompanhamento Logo depois, ocorre o protocolo, que é o ato que oficializa a entrada do seu pedido. Com o pagamento da GRU confirmado pelo sistema, o protocolo ocorre automaticamente (sem necessidade de envio de papéis físicos via correio). Durante este período, a Anvisa pode emitir uma exigência técnica—um pedido de esclarecimento ou documentos adicionais. Por causa disso, responder a essas exigências de forma rápida e precisa é vital para não atrasar o processo. Você pode acompanhar cada atualização pelo sistema de Consulta à Situação de Documentos. 5. Publicação no Diário Oficial da União (DOU) Por fim, com tudo aprovado, o registro do seu cosmético é publicado no DOU. Parabéns! A partir de agora, o seu produto está totalmente legalizado e o registro tem validade de 10 anos em todo o território nacional. Por que não fazer isso sozinho? Apesar de parecer linear, erros no preenchimento de formulários, classificação incorreta do grau do cosmético ou falhas na documentação técnica (como testes de estabilidade e segurança) podem resultar em exigências técnicas complexas. Como resultado, isso pode causar atrasos de meses no seu lançamento ou até mesmo o indeferimento do registro. Afinal, empreender já exige muito do seu tempo. Lidar com a linguagem técnica e as constantes atualizações nas resoluções da Anvisa não precisa ser mais uma dor de cabeça. A Catálise Jr. é a Parceira Ideal para o seu Lançamento Por essa razão, a Catálise Jr. oferece um serviço de consultoria em registro de cosméticos focado em agilidade, precisão e custo-benefício. Nossa equipe domina as normas da Anvisa e cuida de toda a parte burocrática e técnica para que você foque no que realmente importa: vender o seu produto e escalar o seu negócio. O que nós fazemos por você: Análise rigorosa da formulação e classificação correta (Grau 1 ou 2). Adequação de porte da empresa para garantir as menores taxas possíveis. Organização de toda a documentação e checklist técnico. Peticionamento, protocolo e acompanhamento diário do processo até a aprovação no DOU. Conclusão Em conclusão, não deixe que a burocracia atrase o lançamento do seu produto dos sonhos. Entre em contato com a Catálise Jr. hoje mesmo e dê o primeiro passo para comercializar o seu cosmético com total segurança e legalidade! Referências RDC nº 752, de 19 de setembro de 2022 Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976 RDC nº 48, de 25 de outubro de 2013 RDC nº 16, de 1º de abril de 2014 Governo Federal – Serviços da Anvisa Leia também: Principais Dicas Para Estar de Acordo Com ANVISA Quais são as consequências de operar sem registro? 5 motivos para investir no registro de cosméticos Cosméticos: naturais, orgânicos e veganos 

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Selo Vegano: 5 itens que sua fórmula não deve ter

Selo Vegano: 5 itens que sua fórmula não deve ter Atualmente milhares de pessoas pelo mundo estão tomando consciência ambiental e buscando por produtos que representam ideais sustentáveis e veganos. Por definição da    Vegan Society,  o veganismo é ‘’ a escolha de buscar excluir, na medida do possível e praticável, todas as formas de exploração e crueldade contra os animais – seja na alimentação, no vestuário ou em outras esferas do consumo’’.  Assim sendo, os produtos cosméticos também estão se adaptando para essa crescente tendência da população.  Para uma melhor segurança dos consumidores, há órgãos nacionais e internacionais que padronizam processos, monitoram e certificam empresas que buscam obter o selo vegano.  Entre as certificadoras, destaca-se  a Vegan Trademark e  a Sociedade Vegetariana Brasileira. Apesar de terem algumas especificidades exigidas para certificar uma marca, elas definem em comum que um cosmético vegano: Não deve conter nenhum ingrediente de origem animal;  O produto e seus ingredientes não devem ter sido testados em animais; Organismos geneticamente modificados não devem envolver genes animais. Visando elucidar esse tema, trouxemos 5 componentes que uma formulação com selo vegano não deve ter: Colágeno A obtenção de colágeno é através de produtos animais, como raspa de couro bovino.  Mas existem opções veganas com precursores de colágeno.  Glicerina de origem animal  A glicerina produzido através de uma reação entre gordura animal/ vegetal / sintética com um agente alcalino. É proibido usar glicerina obtida de sebo animal e banha de porco. Entretanto, é possível substituí-la por um glicerina vegetal, obtida através de óleos vegetais como o de palma, de babaçu, de buriti. Ácido Hialurônico Pode ser derivado de animais, bactérias ou plantas. O primeiro é extraído das articulações e globos oculares de vaca, ou seja, envolve extrema crueldade animal. Os derivados de bactérias podem ou não envolver crueldade animal. A melhor opção cruelty- free é o ácido hialurônico derivado de plantas.   Queratina A queratina pode ser animal ou vegetal. A primeira é obtida de pele, pelos e chifres de animais.

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Cosméticos pré e probióticos

Cosméticos pré e probióticos Todas as pessoas possuem uma comunidade imensa de microrganismos que vivem em simbiose (relação benéfica) com o nosso organismo, e inclusive diversas dessas bactérias e fungos nos ajudam a proteger nosso organismo de ameaças externas, quando cada grupo está em sua proporção correta. Porém, caso esses microrganismos estejam em quantidades diferentes do ideal, pode favorecer o crescimento de microrganismos prejudiciais acarretando diversas doenças. Infelizmente esses desequilíbrios podem ocorrer facilmente porque nossa microbiota fica exposta diretamente a influências externas, por exemplo: a mudanças de pH, umidade, oleosidade, temperatura, exposição à radiação UV, poluição e o uso de antibióticos. Já foi comprovado que esses distúrbios na homeostase da barreira microbiológica, podem favorecer alergias de pele, acne, dermatite atópica, eczema, rosácea e até envelhecimento precoce. Por conta disso, atualmente, está ocorrendo diversas pesquisas para avaliar a interação entre os cosméticos e essas populações microbianas, onde dois principais tipos de cosméticos que estão ganhando destaque são os pré e pró bióticos. Essas duas classificações de cosméticos, diferentemente dos tradicionais, focam em favorecer e regular a microbiota da pele. Cosméticos Prebióticos Os cosméticos prebióticos são aqueles que possuem moléculas que induzem e modulam o crescimento dos microrganismos benéficos, essas substâncias normalmente são fibras não digeríveis, e muitas vezes provêm de frutas, vegetais e legumes. Sendo os mais comuns compostos de oligossacarídeos, como a inulina por exemplo. Cosméticos Probióticos Já os cosméticos probióticos, assim como os alimentos probióticos, possuem em sua composição microrganismos vivos para reestabelecer a proporção natural dos microrganismos benéficos necessários para o organismo. Entretanto, no Brasil ainda não existe uma legislação específica ou que permita se utilizar microrganismos vivos na composição de cosméticos. Por esse fato, a classificação mais utilizada atualmente são os prebióticos, onde alguns deles possuem partes de bactérias inativadas para promover ação biológica. Quer saber mais sobre cosméticos? O convido à acessar o nosso blog! Caso precise de ajuda em formulações de cosméticos entre em contato que sanaremos as suas dores!

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Pele sintética em testes de cosméticos

Pele 3D para Testes de Cosméticos: O Futuro Ético da Beleza No universo da beleza, a preocupação com a ética e o bem-estar animal deixou de ser um diferencial para se tornar um requisito de mercado. Atualmente, os avanços tecnológicos permitem a criação de tecidos humanos reconstruídos em laboratório, as chamadas peles artificiais. Dessa forma, a pele 3D para testes de cosméticos está revolucionando a indústria, unindo inovação técnica a uma consciência ética profunda. Sumário Add a header to begin generating the table of contents Por que migrar para a Pele 3D? A transição para métodos alternativos não é apenas uma questão de bondade, mas de inteligência estratégica. Entenda os motivos: Ética e Bem-Estar Animal: O uso de pele 3D para testes de cosméticos elimina a necessidade de testes em animais, combatendo a crueldade e alinhando sua marca aos valores do consumidor moderno. Precisão Científica: Diferente dos testes em animais, que possuem fisiologias distintas da nossa, as peles sintéticas são projetadas para replicar exatamente as características da derme humana. Como resultado, os dados obtidos são muito mais confiáveis e consistente. Sustentabilidade e Imagem: Além de reduzir o impacto ambiental, investir nessas tecnologias fortalece a responsabilidade corporativa, atraindo investidores e clientes conscientes. Benefícios Práticos para o seu Negócio Ademais, a adoção dessas tecnologias traz vantagens operacionais que impactam diretamente o seu crescimento: Segurança Superior: É possível avaliar irritações cutâneas e alergias com margens de erro mínimas, garantindo um produto final impecável. Eficiência e Economia: Embora pareça um investimento alto, a pele 3D para testes de cosméticos pode acelerar o ciclo de desenvolvimento, reduzindo custos de logística e prazos de aprovação regulatória. Inovação de Ponta: Utilizar métodos alternativos coloca sua empresa no topo da pesquisa avançada, permitindo a criação de fórmulas muito mais eficazes e modernas. Marcas que Lideram o Movimento Cruelty-Free Grandes players como Natura, O Boticário e L’Oreal já consolidaram o uso de métodos alternativos em seus processos. Portanto, para competir nesse cenário, empresas de todos os tamanhos precisam se adaptar. O consumidor atual não compra apenas um produto; ele compra os valores que a marca defende. Obtenha o Selo Cruelty-Free e Destaque-se no Mercado Você sabia que ter o selo Cruelty-Free pode ser o fator decisivo para o seu cliente escolher o seu produto em vez do concorrente? No entanto, o caminho para essa certificação exige rigor técnico e adequação às normas da Anvisa e de órgãos internacionais. É exatamente nesse ponto que a Catálise Jr. faz a diferença. Nós não apenas explicamos a teoria; nós entregamos a solução prática. Nossa consultoria especializada guia sua empresa em cada etapa da transição: desde a análise de fornecedores até a implementação da pele 3D para testes de cosméticos. Quer transformar sua empresa e conquistar o mercado consciente? Aproveite o momento e não fique para trás. Agende agora uma reunião diagnóstica gratuita com os especialistas da Catálise Jr. e vamos juntos conquistar o seu selo de responsabilidade animal! Referências Guia para a Avaliação de Segurança de Produtos Cosméticos Resolução Normativa CONCEA nº 18, de 24.09.2014 RENAMA – Rede Nacional de Métodos Alternativos PETA. People for the Ethical Treatment of Animals  Leia também: Quais os Benefícios do uso de Cosméticos Fermentados Ativos para cosmeticos: Niacinamida Cosmeticos Personalizados Microrganismos produtores de corantes

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Regularização de cosméticos: Solicita ou SGAS?

Regularização de Cosméticos na Anvisa: Solicita ou SGAS? Lançar uma nova linha de produtos de beleza no mercado brasileiro é um passo empolgante, mas que exige o cumprimento de rigorosas normas de segurança. Em território nacional, a agência responsável por autorizar a comercialização de qualquer cosmético é a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). É ela quem garante que os consumidores adquiram produtos seguros, testados e com qualidade comprovada. No entanto, quando chega a hora de regularizar a sua fórmula, uma dúvida muito comum surge entre empreendedores e químicos: afinal, na regularização de cosméticos: Solicita ou SGAS? Qual deles escolher? Neste artigo completo, vamos desmistificar o processo de peticionamento, principalmente explicar a diferença entre os graus de risco dos cosméticos e mostrar qual plataforma da Anvisa é a ideal para o seu negócio. Sumário Add a header to begin generating the table of contents Entendendo a Classificação da Anvisa: Grau 1 e Grau 2 Primeiramente, para obter a autorização de comercialização, o seu produto precisará passar por uma Notificação (Comunicação Prévia) ou por um Registro. Essa definição depende exclusivamente do grau de risco que o cosmético apresenta, conforme estipulado pela RDC 07/2015 da Anvisa. Cosméticos de Grau 1 (Menor Risco) São produtos com propriedades básicas, cuja comprovação de eficácia não é inicialmente exigida de forma complexa e que não requerem informações detalhadas de uso. Consequentemente, o procedimento é mais simples, exigindo apenas uma Notificação. Exemplos: Shampoos tradicionais, sabonetes comuns, perfumes, cremes hidratantes básicos. Procedimento: Exigem apenas uma Comunicação Prévia (Notificação) à Anvisa para serem comercializados. Cosméticos de Grau 2 (Maior Risco) Por outro lado, os produtos de Grau 2 possuem indicações específicas, como protetores solares e alisantes. Devido ao fato de apresentarem maior risco potencial, eles exigem o Registro formal, um processo muito mais criterioso. Exemplos: Protetores solares, repelentes de insetos, produtos infantis, clareadores de pele, alisantes capilares. Procedimento: Exigem o Registro formal, um processo mais criterioso e demorado. SGAS ou Solicita? Qual sistema escolher? Como o processo de peticionamento na Anvisa é 100% eletrônico, o órgão disponibiliza duas plataformas. Para definir o caminho da sua regularização de cosméticos: Solicita ou SGAS, entenda as particularidades de cada uma: SGAS (Sistema de Automação de Registro de Produtos de Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumes) O SGAS é o sistema mais tradicional da agência. Atualmente, ele funciona como uma alternativa para realizar a Notificação de produtos de Grau 1. Função: É uma das alternativas para realizar o processo de Comunicação Prévia (Notificação de Grau 1). Recursos: Permite que a empresa formalize seu pedido, faça a solicitação, acompanhe o status do processo e gere as guias de pagamento da petição. Ponto de atenção: Por ser o sistema mais antigo da Anvisa, sua interface pode parecer menos amigável para usuários de primeira viagem. Sistema Solicita Implementado em 2019, o Solicita surgiu para modernizar o atendimento. Além disso, ele se tornou a peça-chave para quem busca agilidade. Função: Além de ser uma excelente alternativa para a Notificação de cosméticos (Grau 1), ele é o único sistema que permite fazer o Registro de cosméticos (Grau 2). Recursos: Assim como o SGAS, permite solicitação, acompanhamento detalhado e pagamento. Diferencial: Possui uma interface muito mais moderna, fluida e intuitiva, facilitando a vida de quem precisa anexar laudos técnicos e documentos complexos. Portanto, se o seu objetivo é a regularização de cosméticos: Solicita ou SGAS, a resposta dependerá da complexidade do seu produto, embora o Solicita seja a tendência de unificação da agência. Entendendo a Classificação da Anvisa: Grau 1 e Grau 2 Característica SGAS Sistema Solicita Lançamento Sistema antigo Implementado em 2019 Interface Básica e tradicional Moderna e muito intuitiva Comunicação Prévia (Grau 1) Sim, é possível Sim, é possível Registro de Cosméticos (Grau 2) Não permite Único sistema permitido A burocracia está atrasando o seu lançamento? A Catálise Jr. pode ajudar! Entender a diferença entre os sistemas da Anvisa é apenas o primeiro passo. A verdadeira dificuldade está em reunir todos os laudos, montar os dossiês técnicos, classificar corretamente os ingredientes da sua fórmula e evitar que a agência devolva o seu processo por exigências, o que pode atrasar o lançamento do seu produto em meses. Nesse sentido, um erro na classificação pode custar meses de atraso. É exatamente aqui que a Catálise Jr. entra como sua parceira estratégica. Por que contar com a nossa consultoria? Nós somos especialistas em transformar processos burocráticos em caminhos ágeis e seguros. Ademais, a Catálise Jr. oferece soluções completas e manuais detalhados tanto para a notificação quanto para o registro de cosméticos. Nossa equipe analisa a sua formulação, identifica em qual grau de risco ela se enquadra e cuida de toda a orientação sistêmica para que você foque no que realmente importa: as vendas e o sucesso da sua marca. Não deixe que a papelada trave o seu negócio. Dê o próximo passo com segurança! Então, agende agora mesmo um diagnóstico gratuito com os nossos especialistas em assuntos regulatórios. Vamos juntos colocar o seu cosmético nas prateleiras de todo o Brasil! Referências Anvisa RDC nº 07/2015 Manual do Solicita Lei Nº 6.360 Leia também: Registro de cosméticos Formulação teórica de cosméticos Colágeno em Cosméticos Como começar um negócio na área de cosméticos 

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