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ALIMENTOS

A Fermentação de Bebidas Alcoólicas

Fermentação de Bebidas Alcoólicas A princípio, a fermentação é um importante processo biológico realizado por microrganismos (bactérias e leveduras) para a obtenção de energia, sendo fundamental para a vida no planeta.Mas quando falamos de fermentação alcoólica, a primeira coisa que vem à mente é a cerveja, correto? Entretanto, existem várias outras bebidas (e alimentos) do nosso cotidiano que também são fermentadas. História da Fermentação: Dessa forma, antigamente, a fermentação alcoólica não era totalmente compreendida, e vista como algo “místico”. Depois, passou a ser entendida como uma reação química espontânea causada pelo contato com o ar, e a levedura sendo vista apenas como um subproduto. Foi apenas com os estudos de Louis Pasteur, em meados de 1800, que se descobriu que as leveduras desempenham um papel fundamental na fermentação. Tipos de Fermentação: Além disso, as bebidas alcoólicas no geral possuem diferentes propriedades que as diferem bastante entre si (matérias prima, teor alcoólico, concentração de ingredientes, etc). Mas apesar de suas diferenças, todas elas compartilham algo em comum: o processo bioquímico da fermentação alcoólica. Entre os vários tipos de fermentação que existem, as mais importantes para bebidas e alimentos são: fermentação alcoólica, lática e acética. Com isso, no caso da fermentação alcoólica na produção de bebidas, utiliza-se leveduras da espécie Saccharomyces cereviseae, sendo um processo biológico anaeróbico, no qual os açúcares (glicose, frutose, sacarose) são convertidos em energia, produzindo como subproduto: álcool e dióxido de carbono. Esse tipo de fermentação também ocorre no vinho, sidra, cerveja e kombucha. Se interessou pelo tema e deseja desenvolver sua própria linha de bebidas? A Catálise Jr. pode te ajudar! Entre em contato com nosso time especializado e agende uma conversa.

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Quais os Benefícios do uso de Cosméticos Fermentados

Benefícios dos Cosméticos Fermentados Estabelecendo a união entre a tradição e a ciência, os cosméticos fermentados apareceram no mercado como uma ferramenta capaz de trazer inúmeras melhorias para o microbioma cutâneo. Essa característica ocorre devido às propriedades carregadas pelo processo de fermentação, uma prática milenar que possui grande valor à medicina e à alimentação. Assim, tem-se uma nova linha de cosméticos criada, a qual está ganhando cada vez mais popularidade entre os consumidores por otimizar as propriedades dos ingredientes e fornecer uma pele mais saudável. O Processo de Fermentação: A fermentação, de forma geral, é um processo metabólico em que se utiliza a ação de microrganismos para converter açúcares em ácido, álcool ou gás. Tratando dos cosméticos, a ideia central é a mesma, logo, serão utilizados, por exemplo, enzimas, bactérias e fungos para transformar ingredientes como plantas e óleos, em compostos menores. Essa quebra em pequenas partes faz com que os ativos sejam melhores absorvidos pela pele, de modo que sua potência e estabilidade também aumentem. Quais os Benefícios? A pergunta que pode ser feita, portanto, é: por que essa melhoria acontece? Nessa perspectiva, para entender o processo é importante explicar o que é o microbioma cutâneo. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, na pele humana habitam milhares de bactérias, fungos e vírus que formam o que é conhecido por microbioma. Sua função abrange a proteção do nosso organismo de doenças e demais questões como ressecamento e hipersensibilidade. Não somente, mas a ação dos microrganismos garantem o desenvolvimento de uma barreira de proteção, capaz de equilibrar o pH da pele e prevenir a aparição de germes patogênicos. Unindo os conceitos descritos, a resposta para a pergunta é o fato dos ativos fermentados atuarem como ótimos aliados na proteção da barreira cutânea. Isso pois são responsáveis por guiar as bactérias boas para o microbioma, possibilitando o cuidado com a pele sem que o seu processo natural seja rompido. Logo, a eficiência do produto se torna otimizada, principalmente para as peles sensíveis que demandam maior cuidado. Como resultado dessas características, pode-se mencionar três pilares que surgem como vantagens para quem decide abraçar os cosméticos fermentados. O primeiro é a melhoria da absorção devido ao menor tamanho dos ingredientes e maior reconhecimento deles pela pele; o segundo é a maior potência, uma vez que a fermentação auxilia na intensidade e eficácia dos antioxidantes e hidratantes, respectivamente; o terceiro é a ação probiótica, outro fator possibilitado pelo fortalecimento da barreira natural cutânea provocado pela fermentação. Devido a esses pontos, têm-se outros como: evitar irritações e dermatites, controle do pH na estabilidade e ação nutritiva e hidratante. Não apenas para a pele, mas essa linha de cosméticos também possui como benefício a redução dos impactos ambientais, posto que reduzem a quantidade de insumos utilizados quando comparados à produção de ativos sem a fermentação.  Assim, entende-se a quantidade de benefícios e a formação dos cosméticos fermentados, estes que podem ser encontrados em séruns, cremes hidratantes e essências fermentadas, as quais previnem o envelhecimento, garantem brilho e iluminação à pele. Entretanto, é importante entender que apesar dele ser aplicável a todos os tipos de pele, as necessidades específicas de cada uma devem ser atendidas

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Microrganismos produtores de corantes

Microrganismos Produtores de Corantes A natureza é uma fonte inesgotável de maravilhas e surpresas. Um exemplo fascinante disso são os microrganismos produtores de corantes, pequenos seres que desempenham um papel notável na criação de cores vibrantes e naturais.  A Ciência Por Trás dos Microrganismos Produtores de Corantes: Microrganismos como bactérias, fungos e leveduras têm a capacidade única de produzir pigmentos naturais que podem ser usados em diversas aplicações. Através de processos metabólicos intrincados, esses microrganismos transformam substratos naturais em cores impressionantes. Isso abre um mundo de possibilidades para a produção de corantes sem o uso de produtos químicos nocivos. Aplicações dos Corantes Produzidos por Microrganismos: Indústria Têxtil: Os corantes naturais provenientes de microrganismos estão conquistando espaço na indústria têxtil, oferecendo uma alternativa sustentável aos corantes químicos convencionais. Eles são não apenas mais ecológicos, mas também podem criar uma ampla gama de cores vibrantes. Alimentos e Bebidas: Microrganismos produtores de corantes estão sendo usados para dar cor a alimentos e bebidas de forma segura e natural. Imagine um sorvete vermelho brilhante ou um refrigerante azul sem corantes artificiais! Cosméticos: A indústria de cosméticos também está adotando corantes naturais produzidos por microrganismos, atendendo à crescente demanda por produtos de beleza naturais e sustentáveis. Sustentabilidade e Microrganismos Produtores de Corantes: Uma das maiores vantagens dos corantes naturais produzidos por microrganismos é a sua pegada ecológica reduzida. Eles são biodegradáveis, não poluem o meio ambiente e economizam recursos preciosos, como água e energia, em comparação com os corantes sintéticos. O Futuro Brilhante dos Corantes de Microrganismos: À medida que a busca por soluções sustentáveis e naturais continua a crescer, os microrganismos produtores de corantes estão desempenhando um papel fundamental na moldagem do futuro. Eles representam uma alternativa emocionante aos corantes artificiais e têm o potencial de revolucionar várias indústrias. Se interessou no tema ? Converse com um de nossos assessores a qualquer momento.

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E aí, vai uma cervejinha?

E aí, vai uma cervejinha? Origem e definição de cerveja   A nossa queridinha cerveja faz parte da cultura global e é possível encontrar seus amantes em diversos países, como Bélgica, África do Sul, Irlanda e é claro  Brasil. Grande parte dessa fama se dá devido a sua relevância histórica, uma vez que se tem registros de sua fabricação já na civilização mesopotâmica (ou seja, ela existe há, pelo menos, 5000 anos!). O princípio básico da bebida é a fermentação alcoólica, pela ação das leveduras, de malte da cevada. Entretanto, há uma variação desse processo, e isso leva a existência de diferentes tipos de cerveja. Há várias receitas pelo mundo, mas as principais têm como ingredientes: malte de cevada, água potável e lúpulo. Pode-se ainda substituir parte da cevada por  arroz, trigo, centeio, milho, aveia e sorgo.  Para se ter uma bebida de qualidade, é preciso ter controle adequado de aspectos da produção, como:  contaminações temperatura a seleção do microrganismo  a cinética fermentativa volume de mosto Economia e oportunidades  Entre o cultivo das matérias primas, a produção, a distribuição, a comercialização e o consumo, a cerveja é responsável por 1,6% do PIB do Brasil e 14% da indústria de transformação nacional.  Ainda que o brasileiro seja um grande  consumidor desta bebida, a tendência é que a  média anual de litros consumidos por habitante cresça mais a cada ano.  Assim como demosntrado, o  mercado de cervejaria vem crescendo constantemente e mostra-se cada vez mais como uma área promissora para se investir, criar novos sabores, padronizar seus processos , regulamentar seu estabelecimento e  otimizar sua produção  . Você tem interesse em comercializar sua cerveja? Precisa de alguma ajuda com a produção? Já tem um negócio e quer alavancar mais ainda suas vendas? Entre em contato conosco! A Catálise Jr. possui o auxílio de ótimos professores  para possibilitar o seu projeto!

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Instrução Normativa 41, Mapa e Kombucha

Instrução Normativa 41 da Kombucha: Regras, Rotulagem e Como se Adequar ao MAPA A Instrução Normativa nº 41 regula a produção de kombucha no Brasil, definindo padrões de qualidade, bem como a rotulagem e classificação da bebida. Portanto, se você produz ou pretende comercializar kombucha, entender essas regras é essencial para atuar dentro da legalidade Introdução No dia 18 de setembro de 2019, o Diário Oficial da União publicou a Instrução Normativa nº 41, que estabelece o padrão de identidade e qualidade da Kombucha. Além disso, a normativa detalha os parâmetros analíticos que produtores e importadores devem seguir para garantir a conformidade do produto. Sumário Add a header to begin generating the table of contents Prazos e Adequações Necessárias Para os produtos de Kombucha que já estavam no mercado antes da publicação da IN nº 41, os produtores tiveram um prazo de 365 dias (um ano) para realizar as adequações necessárias. Durante esse período, eles precisaram ajustar tanto os rótulos quanto a composição dos produtos, sempre em conformidade com as exigências da ANVISA e do MAPA. Instrução Normativa 41 da Kombucha: Regras, Rotulagem e Como se Adequar ao MAPA​ A Classificação da Kombucha pelo MAPA A publicação dessa instrução normativa foi essencial, pois o MAPA passou a classificar a Kombucha em duas categorias: bebida fermentada não alcoólica e bebida fermentada alcoólica. Nesse sentido, consideram-se alcoólicos os produtos que apresentam mais de 0,5% de teor alcoólico. Nesses casos, o produtor deve informar claramente essa graduação no rótulo, além de incluir as advertências obrigatórias sobre o consumo. O Papel Fundamental do MAPA na Qualidade dos Produtos O MAPA desempenha um papel crucial na regulamentação de empresas e produtos de origem animal, vegetal e mineral. Para isso, o órgão atua diretamente na verificação das condições higiênico-sanitárias dos estabelecimentos e dos produtos. Além disso, o ministério analisa a conformidade documental das empresas e garante que os processos produtivos sigam o Manual de Boas Práticas de Fabricação. Dessa forma, assegura que o consumidor final tenha acesso a produtos seguros e de qualidade. Para cumprir esse papel, o MAPA estabelece padrões por meio de Instruções Normativas — como a IN nº 41 — e de outras legislações federais e estaduais. Por consequência, obter a Licença de Empresa junto ao MAPA torna-se um requisito essencial. Principais Pontos da Instrução Normativa nº 41 Entre os principais aspectos abordados pela Instrução Normativa nº 41, destacam-se: Definições: O que é considerado Kombucha. Classificação: As categorias de Kombucha. Ingredientes Obrigatórios: Componentes essenciais da bebida. Proibições: Substâncias ou práticas não permitidas. Rotulagem: As regras específicas para a apresentação das informações no rótulo. Análises Laboratoriais: Os testes necessários para comprovar a conformidade do produto. Análises Laboratoriais Obrigatórias Para garantir a conformidade, os produtores devem realizar análises como: pH Concentração de CO₂ Teor alcoólico Acidez Além disso, eles devem seguir os métodos oficiais estabelecidos pelo MAPA durante essas análises. Orientações para Rotulagem Em relação à rotulagem, a normativa proíbe o uso de alegações funcionais que não tenham aprovação da ANVISA. Da mesma forma, não permite expressões superlativas como “o melhor” ou “o mais saudável”. Por isso, recomenda-se consultar as diretrizes de Rotulagem Nutricional Obrigatória, como também as regras específicas para Kombucha, antes de finalizar o rótulo. Garanta a Conformidade da Sua Produção de Kombucha Adaptar sua produção à Instrução Normativa nº 41 é essencial para garantir a legalidade e o sucesso no mercado. Como as exigências são técnicas e detalhadas, contar com apoio especializado pode fazer toda a diferença. Como resultado, sua empresa reduz riscos regulatórios e fortalece sua credibilidade. Se precisar de apoio, entre em contato conosco. Assim, podemos te ajudar a garantir total conformidade. Quer regularizar sua produção de kombucha e evitar problemas com o MAPA? Fale com a gente. Referências Instrução Normativa nº 41, de 17 de setembro de 2019 Rotulagem de alimentos embalados Manual de Boas Práticas de Fabricação (BPF) para estabelecimentos produtores de alimentos RESOLUÇÃO-RDC Nº 259, DE 20 DE SETEMBRO DE 2002 Resolução – RDC nº 360, de 23 de dezembro de 2003 Leia também:  Principais dicas para estar de acordo com a ANVISA Case de Sucesso: Alchemy Kombucha e Kefir A Diversidade da Kombucha

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Quais são os benefícios do mel?

Benefícios do Mel: Propriedades, Saúde e Oportunidades na Produção O mel é muito mais do que apenas uma deliciosa alternativa para adoçar receitas. Obtido a partir do néctar das flores e das secreções das abelhas, este produto milenar é um verdadeiro aliado da saúde, sendo amplamente reconhecido por suas propriedades curativas, digestivas e energéticas, encontradas em seus diferentes tipos. Um verdadeiro Alimento Funcional Primeiramente, é essencial descrever o mel como um alimento funcional de alto impacto. Ele exerce uma forte atividade prebiótica, o que traz vantagens diretas e sistêmicas para o organismo. Entre seus principais efeitos práticos, destacam-se: Regulação do trânsito intestinal; Controle da pressão arterial; Redução dos níveis de colesterol; Prevenção e redução do risco de câncer. O que a ciência diz sobre o consumo de mel? Além disso, a ciência vem comprovando continuamente sua superioridade em relação aos açúcares tradicionais. Por exemplo, um estudo científico de 2008 comparou o consumo de mel com o da sacarose (açúcar refinado de cana ou beterraba). Os pesquisadores identificaram efeitos altamente positivos do mel no equilíbrio de marcadores fundamentais: Indicadores Equilibrados pelo Consumo de Mel Níveis de Glicose no sangue Colesterol Geral Triacilglicerol (Triglicerídeos) Ademais, os benefícios se estendem diretamente ao tratamento de infecções respiratórias. Um amplo levantamento conduzido pela renomada Universidade de Oxford, no Reino Unido — que analisou 14 pesquisas envolvendo mais de 1.700 pessoas —, atestou que o mel age de forma bastante eficaz contra sintomas de resfriado, como tosse e dor de garganta. O mais impressionante neste estudo é a descoberta de que as bactérias não desenvolvem resistência ao mel, o que representa um benefício gigantesco quando comparado ao uso excessivo de antibióticos. Ação Bactericida e Tonificante Por fim, o poder bactericida desse néctar trabalha em conjunto com as suas virtudes laxativas para promover uma limpeza no organismo e melhorar significativamente a saúde intestinal. Ao mesmo tempo, o mel é apontado por diversos especialistas, tanto nacionais quanto internacionais, como um excelente tonificante natural. O seu consumo regular e equilibrado ajuda a fortalecer os músculos, os tecidos cutâneos, o sistema nervoso e vários outros órgãos vitais. Você atua na produção de mel e quer melhorar seus resultados? Se o mel já entrega tantos resultados incríveis para a saúde humana, a sua produção também precisa entregar o melhor desempenho financeiro e operacional para o seu negócio! Você possui um apiário ou atua na fabricação de produtos apícolas e deseja levar a sua marca para o próximo nível? Portanto, não perca a chance de otimizar seus processos, garantir as melhores práticas de qualidade e aumentar a sua rentabilidade. A Catálise Júnior possui a expertise técnica necessária para auxiliar a sua produção do começo ao fim. Entre em contato conosco agora mesmo, fale com nossos especialistas e descubra como a nossa consultoria pode transformar a realidade da sua empresa! Referências ABUELGASIM, H.; ALBURY, C.; LEE, J. Effectiveness of honey for symptomatic relief in upper respiratory tract infections: a systematic review and meta-analysis. BMJ Evidence-Based Medicine, v. 26, n. 2, p. 57-64, 2020. (Universidade de Oxford). BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Alimentos com Alegações de Propriedades Funcionais e/ou de Saúde.  Leia também: Aumento de escala: conceitos fundamentais Por que terceirizar análises centesimais no seu negócio? 

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Cerveja: da produção ao consumidor

Cerveja: da produção ao consumidor A cerveja é uma das bebidas mais apreciadas pela população mundial, inclusive pelos brasileiros. Prova disso, é a colocação do Brasil como o terceiro país que mais consome cerveja no mundo, movimentando um mercado interno de mais de 17 bilhões de reais. Dada a importância dessa bebida na economia, a Catálise Jr trouxe um panorama geral de quais são as etapas a serem seguidas por você, que busca a produção de uma cerveja de qualidade: Maltagem: Etapa onde ocorre a preparação dos grãos, que são determinados pelo tipo de cerveja a ser produzida, sendo os mais usados a cevada, o trigo e o milho. Os grãos devem ser colocados de molho em uma solução contendo apenas água, por um período de até 40 horas, com o objetivo de liberar alguns antinutrientes que atrapalham no processo de fermentação. Após esse período deve-se secar os grãos a altas temperaturas e encaminhá-los para o processo de moagem, para enfim se obter o que chamamos de malte. Brassagem: Processo catalisado por diversas enzimas, em que ocorre a conversão do amido presente no malte em açúcar, originando o mosto, que é um líquido mais açucarado utilizado no processo de fermentação que dará origem à cerveja. O mosto é filtrado, com o intuito de retirar os compostos insolúveis da mistura, garantindo uma maior pureza do componente. Fervura: Fase responsável pela esterilização do mosto, propiciando a eliminação de sabores e odores indesejáveis da mistura. Concomitantemente, há a adição de lúpulo, que confere o amargor e o aroma específico da cerveja, sendo essas características mais atenuadas conforme o tempo de ebulição. Resfriamento e fermentação:  Estágio em que o mosto é resfriado até uma temperatura média de 23º C. Posteriormente, há a adição de leveduras que consumirão os açúcares ali presentes, produzindo álcool e dióxido de carbono. Após a primeira fermentação, a cerveja é submetida a outro processo de aquecimento e filtragem, para a retirada dos resquícios de levedo e qualquer outra partícula indesejada. Maturação: Após as etapas anteriores, a cerveja passa por um processo de envelhecimento, que consiste em mais um ciclo de fermentação, para que as características sensoriais sejam mais bem desenvolvidas no produto final. Por fim, a cerveja pode ser envasada em embalagem específica e enfim disponibilizada para os consumidores. Tem interesse em desenvolver ou melhorar sua produção de cerveja? A Catálise Jr pode te ajudar! Entre em contato conosco e agende um diagnóstico gratuito sem compromisso!

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Tecnologias Emergentes na produção de alimentos veganos

Tecnologias Emergentes na Produção de Alimentos Veganos A produção de alimentos veganos tem se beneficiado enormemente de diversas tecnologias emergentes nos últimos anos. Primeiramente, essas inovações buscam oferecer alternativas altamente sustentáveis e saudáveis em relação aos produtos tradicionais de origem animal. Nesse cenário, o mercado plant-based (à base de plantas) deixou de ser apenas um nicho para se tornar uma potência tecnológica. Abaixo, listamos as inovações mais promissoras que estão revolucionando essa indústria. Sumário Add a header to begin generating the table of contents O Avanço da Textura e do Sabor Um dos maiores desafios da indústria sempre foi replicar a experiência sensorial da carne e dos laticínios. Contudo, novas ferramentas estão mudando essa realidade. Bioimpressão 3D e Extrusão Nesse sentido, a bioimpressão de alimentos permite a criação de texturas e estruturas complexas a partir de matrizes vegetais. Como resultado, é possível imprimir produtos veganos que se assemelham perfeitamente em textura e aparência aos cortes de carne tradicionais. Além disso, tecnologias de processamento físico avançado, como a extrusão de alta umidade, permitem alinhar as fibras de proteínas vegetais (como a da ervilha e da soja) para simular a mastigação exata do frango ou da carne bovina. Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning Paralelamente, a Inteligência Artificial está sendo usada para acelerar a formulação de novos produtos. Através do cruzamento de grandes bancos de dados, a IA otimiza combinações de sabores, texturas e propriedades nutricionais em tempo recorde, algo que levaria anos em um laboratório tradicional. Inovação em Ingredientes e Biologia Por outro lado, o desenvolvimento de novos insumos biológicos é a chave para o futuro da alimentação sustentável. Fermentação de Precisão e Cultura de Células A tecnologia de fermentação utiliza microrganismos geneticamente modificados para produzir proteínas específicas de forma eficiente. Um grande exemplo disso é o uso de leveduras para produzir proteínas idênticas às do leite de vaca, porém, sem o uso de animais. Vale fazer um adendo importante: a mídia costuma citar a “carne de laboratório” (cultivo de células musculares) como uma tendência próxima ao veganismo por não envolver o abate. No entanto, por utilizar células de origem animal, ela não é tecnicamente vegana. Apesar disso, essas mesmas tecnologias celulares estão sendo adaptadas para multiplicar células puramente vegetais e fúngicas. Ingredientes Inovadores e Biotecnologia A pesquisa científica segue identificando novos ingredientes para enriquecer a dieta plant-based. O uso de proteínas de microalgas, fungos e vegetais menos convencionais está em alta. Aqui, cabe uma pequena correção conceitual: embora os insetos sejam frequentemente citados nas tendências de “proteínas do futuro” pela sua sustentabilidade, eles não são ingredientes veganos, visto que pertencem ao reino animal. Além do mais, a biotecnologia agrícola (como a edição genética CRISPR) está criando culturas vegetais com perfis de aminoácidos aprimorados, resultando em ingredientes muito mais nutritivos. Sustentabilidade e Segurança de Ponta De modo geral, não basta que o alimento seja vegano; o seu ciclo de vida também precisa respeitar o meio ambiente. Embalagens Sustentáveis Para acompanhar a filosofia do produto, embalagens inovadoras à base de plantas (bioplásticos) estão sendo desenvolvidas. Dessa forma, é possível armazenar os alimentos de forma segura, prolongando a vida útil (shelf life) e garantindo um descarte ambientalmente amigável. Monitoramento via Blockchain Por fim, tecnologias de segurança de dados, como o blockchain, permitem rastrear toda a jornada agrícola dos ingredientes. Isso significa que o consumidor pode escanear um QR Code e comprovar a transparência, a ausência de desmatamento e a autenticidade 100% vegana daquele produto. Escale sua Produção com a Catálise Jr. Em suma, juntas, todas essas tecnologias emergentes têm o potencial de impulsionar a produção de alimentos veganos, proporcionando alternativas muito mais sustentáveis, saborosas e acessíveis. Você se interessou pelo assunto, trabalha nessa área e deseja otimizar a sua formulação ou implementar embalagens sustentáveis na sua linha? A Catálise Jr. pode te ajudar com a melhor engenharia de processos. Portanto, não perca tempo. Entre em contato conosco hoje mesmo e agende a sua reunião diagnóstica gratuita! Referências The Good Food Institute (GFI). Relatórios de Indústria: Carnes Cultivadas, Fermentação e Plant-Based. Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB). Critérios para a Certificação do Selo Vegano.  Leia também Marmitas Fitness e a Análise Centesimal Como a enzima lactase transforma o leite comum em zero lactose. 

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Passos vitais para a produção de Kombucha

Passos Vitais para a Produção de Kombucha: Da Fermentação ao Envase Dados apresentados em 2020 pela Global Market Insights indicam que os negócios globais com a kombucha ultrapassaram 1,8 bilhão de dólares em 2018. Além disso, o estudo apontou uma expectativa de crescimento superior a 16% ao ano até o final de 2025. De fato, essa procura crescente não acontece por acaso. A pesquisa afirma que esse fenômeno ocorre porque as pessoas estão cada vez mais preocupadas com a saúde. Sendo assim, os consumidores buscam por opções naturais, com menos conservantes artificiais e que gerem menor impacto ambiental. Sumário Add a header to begin generating the table of contents O Que é a Kombucha e o SCOBY? A kombucha é uma bebida milenar, consumida há milhares de anos devido às suas propriedades digestivas. Basicamente, ela é produzida a partir da fermentação de chás (geralmente chá preto ou verde) adoçados. Para que essa fermentação ocorra, utiliza-se uma colônia de bactérias e leveduras probióticas. Por sua vez, essa matriz biológica é mundialmente conhecida como SCOBY (do inglês Symbiotic Colony of Bacteria and Yeast, ou Colônia Simbiótica de Bactérias e Leveduras). Certamente, é perfeitamente possível fazer kombucha em casa ou em pequenas fábricas. No entanto, apesar de não ser um processo altamente complexo, a produção requer cuidados rígidos. Por exemplo, exige-se limpeza minuciosa, uso de recipientes adequados (exclusivamente de vidro ou cerâmica) e um local seguro, ao abrigo da luz solar direta. É possível produzir kombucha em pequena escala? Certamente, é perfeitamente possível fazer kombucha em casa ou em pequenas fábricas. No entanto, apesar de não ser um processo altamente complexo, a produção requer cuidados rígidos. Por exemplo, exige-se limpeza minuciosa, uso de recipientes adequados (exclusivamente de vidro ou cerâmica) e um local seguro, ao abrigo da luz solar direta. As Duas Etapas da Produção Agora, na segunda fase, ocorre a saborização e a criação do gás (carbonatação). O produtor deve retirar o SCOBY do recipiente com cuidado e transferir apenas o líquido fermentado para garrafas apropriadas. Nesse momento, é possível acrescentar à bebida diferentes ingredientes, tais como frutas processadas (maçã, melancia, abacaxi, carambola), especiarias (cravo, canela) ou pequenas doses de açúcar e mel. Contudo, para realizar o armazenamento seguro, o recipiente deve ficar hermeticamente fechado, visto que o objetivo é evitar que o gás carbônico gerado escape. Finalmente, coloque as garrafas fechadas em um ambiente seco, fresco e longe da luz, deixando-as descansar de 3 a 5 dias. Logo após esse período, refrigere as garrafas imediatamente para paralisar a fermentação antes de consumir. 1. Primeira Fermentação (F1) Nessa primeira etapa, inicia-se o preparo da base. O chá e o açúcar devem ser misturados em um recipiente com água fervente, que deve ficar abafado por alguns minutos para a infusão. Em seguida, o chá deve ser filtrado e o líquido adocicado transferido para um recipiente de vidro ou cerâmica limpo. Posteriormente, apenas quando o líquido estiver totalmente frio (em temperatura ambiente), adiciona-se o SCOBY e um pouco do líquido fermentador (chá de arranque). Logo após essa adição, deve-se tampar o bocal com um tecido de algodão ou papel toalha, prendendo firmemente com um elástico para evitar a entrada de insetos. Por fim, a mistura deve permanecer em repouso e ao abrigo de luz por, pelo menos, 10 dias. Depois desse tempo, deve-se provar a bebida. Se o líquido já apresentar um sabor azedinho e levemente adocicado que seja agradável ao paladar, a etapa seguinte pode ser iniciada. 2. Segunda Fermentação (F2) Agora, na segunda fase, ocorre a saborização e a criação do gás (carbonatação). O produtor deve retirar o SCOBY do recipiente com cuidado e transferir apenas o líquido fermentado para garrafas apropriadas. Nesse momento, é possível acrescentar à bebida diferentes ingredientes, tais como frutas processadas (maçã, melancia, abacaxi, carambola), especiarias (cravo, canela) ou pequenas doses de açúcar e mel. Contudo, para realizar o armazenamento seguro, o recipiente deve ficar hermeticamente fechado, visto que o objetivo é evitar que o gás carbônico gerado escape. Finalmente, coloque as garrafas fechadas em um ambiente seco, fresco e longe da luz, deixando-as descansar de 3 a 5 dias. Logo após esse período, refrigere as garrafas imediatamente para paralisar a fermentação antes de consumir. Ajuste os Detalhes da sua Produção Apesar de o processo parecer simples na teoria, devemos nos atentar a diversos detalhes físico-químicos durante o procedimento. Afinal, qualquer variação de temperatura ou contaminação pode afetar severamente a qualidade final da bebida. Sua produção de kombucha não está rendendo da forma que você gostaria, mesmo realizando os passos acima com atenção? Então, não se desespere, pois a engenharia de processos tem a solução! A Catálise Jr. pode te ajudar a padronizar receitas, evitar explosões de garrafas e garantir um produto de excelência. Entre em contato conosco hoje mesmo para que possamos entender melhor as suas necessidades e estruturar a sua produção. Referências Global Market Insights. Kombucha Market Size By Flavor, By Distribution Channel, Industry Analysis Report, Regional Outlook, Application Potential, Price Trends, Competitive Market Share & Forecast, 2019 – 2025. Kombucha Brewers International (KBI). Best Practices and Brewing Guidelines.  Leia também Kombucha: bebida probiótica ou não? Instrução Normativa 41, Mapa e Kombucha 

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Nova Rotulagem Nutricional

Rotulagem Nutricional: Novas Aplicações, Regras e Impactos no Mercado Sumário Add a header to begin generating the table of contents A rotulagem nutricional tem como objetivo principal apresentar ao consumidor as propriedades nutricionais e a composição de alimentos e bebidas embalados. No entanto, com o passar dos anos, tornou-se evidente que muitos rótulos eram difíceis de compreender. Por conta disso, recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou mudanças rigorosas (por meio da RDC nº 429/2020 e IN nº 75/2020) que visam deixar esses dados muito mais claros e transparentes. Dessa forma, o órgão regulador busca garantir que as escolhas alimentares sejam feitas com muito mais consciência e autonomia por parte da população. Mas, afinal, o que muda na prática para as empresas e para os consumidores? O Fim do Contraste Confuso: Mudanças na Tabela Nutricional Nesse novo cenário, a tradicional Tabela de Informação Nutricional passou por uma reformulação visual padronizada. Primeiramente, a tabela passa a ter, obrigatoriamente, apenas letras pretas aplicadas sobre um fundo branco. O principal objetivo desta mudança é afastar, de uma vez por todas, a possibilidade de uso de contrastes de cores que atrapalhem a legibilidade das informações. Sendo assim, letras pequenas e fundos coloridos que “escondiam” os dados não são mais permitidos. Novos Padrões de Medida e Declaração de Ingredientes Além disso, o conteúdo e os cálculos da tabela também foram aprimorados para evitar confusões. A partir das novas regras, torna-se obrigatória a declaração explícita de açúcares totais e açúcares adicionados, bem como do valor energético e de nutrientes padronizados por 100 g ou 100 ml. Sob o mesmo ponto de vista, essa padronização serve para facilitar a comparação direta entre produtos de marcas diferentes, bem como para indicar com exatidão o número de porções por embalagem. Consequentemente, a ideia é esclarecer o consumidor, de maneira clara e simples, sobre o real conteúdo de componentes que possuem grande relevância e impacto para a saúde pública. A Rotulagem Frontal e o Alerta da Lupa Por outro lado, a alteração de maior impacto visual e mercadológico é a adoção da rotulagem nutricional frontal. Neste aspecto, o novo padrão traz o design informativo de uma lupa para identificar e alertar o consumidor sobre o alto teor de três nutrientes específicos e críticos: Açúcares adicionados; Gorduras saturadas; Sódio. Portanto, caso o alimento ultrapasse os limites estabelecidos pela ANVISA para um ou mais desses ingredientes, o símbolo da lupa deverá ser aplicado na face frontal da embalagem. Mais precisamente, a aplicação deve ocorrer na parte superior do rótulo, justamente por ser uma área de fácil e rápida captura pelo nosso olhar no momento da compra. Adequação Regulatória com a Catálise Jr. Em suma, desvendar e aplicar essa nova rotulagem nutricional é um passo definitivo para que a sua marca transmita confiança e para que o cliente faça escolhas com muito mais autonomia. Por isso, contar com o suporte de uma consultoria especializada é fundamental para evitar multas, recolhimento de produtos e danos à imagem da sua marca. Com isso em mente, a Catálise Jr. está totalmente preparada para ajudar a sua empresa a atender a todas essas demandas e prazos do mercado. Nesse sentido, nós garantimos a transparência, a precisão dos cálculos nutricionais e a conformidade estética e técnica dos seus produtos conforme as resoluções oficiais da ANVISA. Afinal, o seu sucesso regulatório é o nosso principal objetivo. Entre em contato conosco hoje mesmo e agende uma reunião diagnóstica totalmente gratuita! Referências ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 429, de 8 de outubro de 2020. ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Instrução Normativa (IN) nº 75, de 8 de outubro de 2020. IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). Guia sobre a Nova Rotulagem Nutricional.  Leia também Rotulagem Nutricional: pães, doces e chocolates Análise Centesimal x Rotulagem Marmitas Fitness e a Análise Centesimal 

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