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Instrução Normativa 41, Mapa e Kombucha

Instrução Normativa 41 da Kombucha: Regras, Rotulagem e Como se Adequar ao MAPA A Instrução Normativa nº 41 regula a produção de kombucha no Brasil, definindo padrões de qualidade, bem como a rotulagem e classificação da bebida. Portanto, se você produz ou pretende comercializar kombucha, entender essas regras é essencial para atuar dentro da legalidade Introdução No dia 18 de setembro de 2019, o Diário Oficial da União publicou a Instrução Normativa nº 41, que estabelece o padrão de identidade e qualidade da Kombucha. Além disso, a normativa detalha os parâmetros analíticos que produtores e importadores devem seguir para garantir a conformidade do produto. Sumário Add a header to begin generating the table of contents Prazos e Adequações Necessárias Para os produtos de Kombucha que já estavam no mercado antes da publicação da IN nº 41, os produtores tiveram um prazo de 365 dias (um ano) para realizar as adequações necessárias. Durante esse período, eles precisaram ajustar tanto os rótulos quanto a composição dos produtos, sempre em conformidade com as exigências da ANVISA e do MAPA. Instrução Normativa 41 da Kombucha: Regras, Rotulagem e Como se Adequar ao MAPA​ A Classificação da Kombucha pelo MAPA A publicação dessa instrução normativa foi essencial, pois o MAPA passou a classificar a Kombucha em duas categorias: bebida fermentada não alcoólica e bebida fermentada alcoólica. Nesse sentido, consideram-se alcoólicos os produtos que apresentam mais de 0,5% de teor alcoólico. Nesses casos, o produtor deve informar claramente essa graduação no rótulo, além de incluir as advertências obrigatórias sobre o consumo. O Papel Fundamental do MAPA na Qualidade dos Produtos O MAPA desempenha um papel crucial na regulamentação de empresas e produtos de origem animal, vegetal e mineral. Para isso, o órgão atua diretamente na verificação das condições higiênico-sanitárias dos estabelecimentos e dos produtos. Além disso, o ministério analisa a conformidade documental das empresas e garante que os processos produtivos sigam o Manual de Boas Práticas de Fabricação. Dessa forma, assegura que o consumidor final tenha acesso a produtos seguros e de qualidade. Para cumprir esse papel, o MAPA estabelece padrões por meio de Instruções Normativas — como a IN nº 41 — e de outras legislações federais e estaduais. Por consequência, obter a Licença de Empresa junto ao MAPA torna-se um requisito essencial. Principais Pontos da Instrução Normativa nº 41 Entre os principais aspectos abordados pela Instrução Normativa nº 41, destacam-se: Definições: O que é considerado Kombucha. Classificação: As categorias de Kombucha. Ingredientes Obrigatórios: Componentes essenciais da bebida. Proibições: Substâncias ou práticas não permitidas. Rotulagem: As regras específicas para a apresentação das informações no rótulo. Análises Laboratoriais: Os testes necessários para comprovar a conformidade do produto. Análises Laboratoriais Obrigatórias Para garantir a conformidade, os produtores devem realizar análises como: pH Concentração de CO₂ Teor alcoólico Acidez Além disso, eles devem seguir os métodos oficiais estabelecidos pelo MAPA durante essas análises. Orientações para Rotulagem Em relação à rotulagem, a normativa proíbe o uso de alegações funcionais que não tenham aprovação da ANVISA. Da mesma forma, não permite expressões superlativas como “o melhor” ou “o mais saudável”. Por isso, recomenda-se consultar as diretrizes de Rotulagem Nutricional Obrigatória, como também as regras específicas para Kombucha, antes de finalizar o rótulo. Garanta a Conformidade da Sua Produção de Kombucha Adaptar sua produção à Instrução Normativa nº 41 é essencial para garantir a legalidade e o sucesso no mercado. Como as exigências são técnicas e detalhadas, contar com apoio especializado pode fazer toda a diferença. Como resultado, sua empresa reduz riscos regulatórios e fortalece sua credibilidade. Se precisar de apoio, entre em contato conosco. Assim, podemos te ajudar a garantir total conformidade. Quer regularizar sua produção de kombucha e evitar problemas com o MAPA? Fale com a gente. Referências Instrução Normativa nº 41, de 17 de setembro de 2019 Rotulagem de alimentos embalados Manual de Boas Práticas de Fabricação (BPF) para estabelecimentos produtores de alimentos RESOLUÇÃO-RDC Nº 259, DE 20 DE SETEMBRO DE 2002 Resolução – RDC nº 360, de 23 de dezembro de 2003 Leia também:  Principais dicas para estar de acordo com a ANVISA Case de Sucesso: Alchemy Kombucha e Kefir A Diversidade da Kombucha

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Quais são os benefícios do mel?

Benefícios do Mel: Propriedades, Saúde e Oportunidades na Produção O mel é muito mais do que apenas uma deliciosa alternativa para adoçar receitas. Obtido a partir do néctar das flores e das secreções das abelhas, este produto milenar é um verdadeiro aliado da saúde, sendo amplamente reconhecido por suas propriedades curativas, digestivas e energéticas, encontradas em seus diferentes tipos. Um verdadeiro Alimento Funcional Primeiramente, é essencial descrever o mel como um alimento funcional de alto impacto. Ele exerce uma forte atividade prebiótica, o que traz vantagens diretas e sistêmicas para o organismo. Entre seus principais efeitos práticos, destacam-se: Regulação do trânsito intestinal; Controle da pressão arterial; Redução dos níveis de colesterol; Prevenção e redução do risco de câncer. O que a ciência diz sobre o consumo de mel? Além disso, a ciência vem comprovando continuamente sua superioridade em relação aos açúcares tradicionais. Por exemplo, um estudo científico de 2008 comparou o consumo de mel com o da sacarose (açúcar refinado de cana ou beterraba). Os pesquisadores identificaram efeitos altamente positivos do mel no equilíbrio de marcadores fundamentais: Indicadores Equilibrados pelo Consumo de Mel Níveis de Glicose no sangue Colesterol Geral Triacilglicerol (Triglicerídeos) Ademais, os benefícios se estendem diretamente ao tratamento de infecções respiratórias. Um amplo levantamento conduzido pela renomada Universidade de Oxford, no Reino Unido — que analisou 14 pesquisas envolvendo mais de 1.700 pessoas —, atestou que o mel age de forma bastante eficaz contra sintomas de resfriado, como tosse e dor de garganta. O mais impressionante neste estudo é a descoberta de que as bactérias não desenvolvem resistência ao mel, o que representa um benefício gigantesco quando comparado ao uso excessivo de antibióticos. Ação Bactericida e Tonificante Por fim, o poder bactericida desse néctar trabalha em conjunto com as suas virtudes laxativas para promover uma limpeza no organismo e melhorar significativamente a saúde intestinal. Ao mesmo tempo, o mel é apontado por diversos especialistas, tanto nacionais quanto internacionais, como um excelente tonificante natural. O seu consumo regular e equilibrado ajuda a fortalecer os músculos, os tecidos cutâneos, o sistema nervoso e vários outros órgãos vitais. Você atua na produção de mel e quer melhorar seus resultados? Se o mel já entrega tantos resultados incríveis para a saúde humana, a sua produção também precisa entregar o melhor desempenho financeiro e operacional para o seu negócio! Você possui um apiário ou atua na fabricação de produtos apícolas e deseja levar a sua marca para o próximo nível? Portanto, não perca a chance de otimizar seus processos, garantir as melhores práticas de qualidade e aumentar a sua rentabilidade. A Catálise Júnior possui a expertise técnica necessária para auxiliar a sua produção do começo ao fim. Entre em contato conosco agora mesmo, fale com nossos especialistas e descubra como a nossa consultoria pode transformar a realidade da sua empresa! Referências ABUELGASIM, H.; ALBURY, C.; LEE, J. Effectiveness of honey for symptomatic relief in upper respiratory tract infections: a systematic review and meta-analysis. BMJ Evidence-Based Medicine, v. 26, n. 2, p. 57-64, 2020. (Universidade de Oxford). BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Alimentos com Alegações de Propriedades Funcionais e/ou de Saúde.  Leia também: Aumento de escala: conceitos fundamentais Por que terceirizar análises centesimais no seu negócio? 

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Cerveja: da produção ao consumidor

Cerveja: da produção ao consumidor A cerveja é uma das bebidas mais apreciadas pela população mundial, inclusive pelos brasileiros. Prova disso, é a colocação do Brasil como o terceiro país que mais consome cerveja no mundo, movimentando um mercado interno de mais de 17 bilhões de reais. Dada a importância dessa bebida na economia, a Catálise Jr trouxe um panorama geral de quais são as etapas a serem seguidas por você, que busca a produção de uma cerveja de qualidade: Maltagem: Etapa onde ocorre a preparação dos grãos, que são determinados pelo tipo de cerveja a ser produzida, sendo os mais usados a cevada, o trigo e o milho. Os grãos devem ser colocados de molho em uma solução contendo apenas água, por um período de até 40 horas, com o objetivo de liberar alguns antinutrientes que atrapalham no processo de fermentação. Após esse período deve-se secar os grãos a altas temperaturas e encaminhá-los para o processo de moagem, para enfim se obter o que chamamos de malte. Brassagem: Processo catalisado por diversas enzimas, em que ocorre a conversão do amido presente no malte em açúcar, originando o mosto, que é um líquido mais açucarado utilizado no processo de fermentação que dará origem à cerveja. O mosto é filtrado, com o intuito de retirar os compostos insolúveis da mistura, garantindo uma maior pureza do componente. Fervura: Fase responsável pela esterilização do mosto, propiciando a eliminação de sabores e odores indesejáveis da mistura. Concomitantemente, há a adição de lúpulo, que confere o amargor e o aroma específico da cerveja, sendo essas características mais atenuadas conforme o tempo de ebulição. Resfriamento e fermentação:  Estágio em que o mosto é resfriado até uma temperatura média de 23º C. Posteriormente, há a adição de leveduras que consumirão os açúcares ali presentes, produzindo álcool e dióxido de carbono. Após a primeira fermentação, a cerveja é submetida a outro processo de aquecimento e filtragem, para a retirada dos resquícios de levedo e qualquer outra partícula indesejada. Maturação: Após as etapas anteriores, a cerveja passa por um processo de envelhecimento, que consiste em mais um ciclo de fermentação, para que as características sensoriais sejam mais bem desenvolvidas no produto final. Por fim, a cerveja pode ser envasada em embalagem específica e enfim disponibilizada para os consumidores. Tem interesse em desenvolver ou melhorar sua produção de cerveja? A Catálise Jr pode te ajudar! Entre em contato conosco e agende um diagnóstico gratuito sem compromisso!

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Tecnologias Emergentes na produção de alimentos veganos

Tecnologias Emergentes na produção de alimentos veganos A produção de alimentos veganos têm se beneficiado de diversas tecnologias emergentes que buscam oferecer alternativas sustentáveis e saudáveis aos produtos de origem animal. Algumas das tecnologias mais promissoras incluem: Bioimpressão de Alimentos: A bioimpressão 3D permite a criação de texturas e estruturas complexas de alimentos a partir de ingredientes à base de plantas. Isso pode resultar em produtos veganos que se assemelham em textura e aparência a produtos de origem animal. Cultura de Células e Carne de Cultivo: A produção de carne em laboratório envolve o cultivo de células musculares em um ambiente controlado, sem a necessidade de criar ou abater animais. Essa tecnologia pode ser aplicada para produzir alternativas veganas a carnes tradicionais. Tecnologias de Fermentação: A fermentação de microrganismos geneticamente modificados pode ser usada para produzir proteínas e outros ingredientes veganos de forma mais eficiente e sustentável. Exemplos incluem a levedura que produz proteínas semelhantes às do leite. Processamento de Alimentos à Base de Plantas: Tecnologias de processamento avançado, como a extrusão a alta pressão, permitem criar texturas e propriedades de alimentos veganos que se assemelham a produtos de origem animal. Ingredientes Inovadores: A pesquisa está sendo feita para identificar novos ingredientes à base de plantas que possam ser utilizados na produção de alimentos veganos, como proteínas de microalgas, insetos e outros vegetais menos convencionais. Inteligência Artificial (IA) e Aprendizado de Máquina: A IA pode ser usada para melhorar a formulação de produtos veganos, otimizando sabores, texturas e propriedades nutricionais por meio do processamento de grandes conjuntos de dados. Biotecnologia Agrícola: A edição genética e a engenharia de plantas podem criar culturas vegetais com características específicas para a produção de ingredientes veganos mais nutritivos e funcionais. Tecnologias de Embalagem Sustentável: Embalagens inovadoras à base de plantas e materiais sustentáveis estão sendo desenvolvidas para armazenar alimentos veganos de forma segura e ambientalmente amigável. Monitoramento e Rastreabilidade: Tecnologias como blockchain permitem rastrear a origem e a jornada dos ingredientes usados em alimentos veganos, garantindo a transparência e a autenticidade dos produtos. Juntas, todas essas tecnologias emergentes têm o potencial de impulsionar a inovação na produção de alimentos veganos, proporcionando alternativas mais sustentáveis, saudáveis e acessíveis aos produtos de origem animal. Se interessou pelo assunto, trabalha nessa área e deseja otimizar sua produção de alimentos veganos e embalagens sustentáveis? A Catálise Jr. pode te ajudar. Entre em contato conosco e agende sua reunião diagnóstica gratuita!

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Passos vitais para a produção de Kombucha

Passos vitais para a produção de Kombucha Dados apresentados em 2020 pela Global Market Insights indicam que os negócios com a kombucha ultrapassaram 1,8 bilhão de dólares em 2018 e devem crescer mais 16% até 2025. A pesquisa afirma que essa procura crescente acontece porque as pessoas estão mais preocupadas com a saúde, buscando opções naturais, com menos conservantes e de menor impacto ambiental. A kombucha é uma bebida fermentada consumida há milhares de anos. Ela é produzida a partir de uma colônia de bactérias e leveduras probióticas chamada de scoby (Symbiotic Colony of Bacteria and Yeast, em inglês, ou Colônia Simbiótica de Bactérias e Leveduras). É possível fazer kombucha em casa, porém, apesar de não ser um processo complexo, requer certos cuidados como limpeza, recipiente adequado de vidro ou cerâmica e local ao abrigo de luz para o processo de fermentação, por exemplo. Para a produção da kombucha, são necessárias duas etapas: 1)  Primeira fermentação Nessa etapa, o chá e o açúcar devem ser vertidos em um recipiente com água fervente e deve ficar abafado por alguns minutos. Posteriormente, o chá deve ser filtrado e o líquido adocicado deve ser colocado em um recipiente de vidro ou cerâmica. Quando o líquido estiver frio ou em temperatura ambiente, adiciona-se o scoby. Após essa etapa, tampar com o tecido ou o papel toalha e prender com um elástico em volta do recipiente. Permanecer em repouso e ao abrigo de luz, por pelo menos 10 dias.  Depois desse tempo, deve-se provar a bebida e, se o líquido já tiver sabor azedinho e levemente adocicado que seja agradável ao paladar, pode ser iniciada a segunda fermentação. 2)  Segunda fermentação Agora, deve-se retirar o scoby do recipiente e transferir o líquido para uma garrafa. Acrescentar à bebida fermentada açúcar ou mel, frutas processadas em forma de suco ou em pedaços (maçã, melancia, carambola, abacaxi) e especiarias (cravo, canela), o que for de sua preferência. Para realizar o armazenamento da bebida, o recipiente deve ficar bem fechado, para evitar que o gás carbônico saia. Por fim, coloque as garrafas fechadas em ambiente seco, fresco, longe da luz e deixe-as descansar de 3 a 5 dias. Refrigere antes de consumir. Apesar de parecer simples, devemos nos atentar em diversos detalhes durante o procedimento, para não afetar a qualidade final da kombucha. Sua produção de kombucha não está da forma que você gostaria, mesmo realizando os passos acima? Não se desespere, a Catálise Jr pode te ajudar! Entre em contato conosco para que possamos entender melhor suas necessidades.

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Nova Rotulagem Nutricional

Rotulagem nutricional: novas aplicações O que é a rotulagem nutricional? A rotulagem nutricional tem o objetivo principal de apresentar ao consumidor as propriedades nutricionais de alimentos e bebidas. Acontece que, recentemente, houve mudanças aprovadas pela ANVISA que visam deixar esses dados mais claros. Dessa forma, o órgão busca garantir que as escolhas alimentares sejam feitas com muito mais consciência por parte da população. As novas regras da rotulagem nutricional Nesse novo cenário, a tabela passa a ter apenas letras pretas e fundo branco. O objetivo principal desta mudança é afastar a possibilidade de uso de contrastes que atrapalhem a legibilidade das informações. Mudanças na tabela nutricional Além disso, torna-se obrigatória a declaração de açúcares totais e adicionados, do valor energético e de nutrientes por 100 g ou 100 ml. Essa padronização serve para ajudar na comparação de produtos, bem como para indicar o número de porções por embalagem. Dessa forma, a ideia é esclarecer o consumidor, de maneira clara e simples, sobre o alto conteúdo de componentes que têm relevância para a saúde. Rotulagem frontal e o design de lupa Por fim, o novo padrão traz o design de uma lupa para identificar o alto teor de três nutrientes específicos: açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. Portanto, o símbolo deverá ser aplicado na face frontal da embalagem, mais precisamente na parte superior, por ser uma área facilmente capturada pelo nosso olhar. Adequação com a Catálise Jr. Desvendar essa nova rotulagem nutricional é, portanto, um passo definitivo para fazer escolhas com muito mais autonomia. Por isso, com o suporte da Catálise Jr., sua empresa estará totalmente preparada para atender a todas essas demandas de mercado. Nesse sentido, nós garantimos a transparência, a precisão e a conformidade de seus produtos conforme as resoluções oficiais da ANVISA. Afinal, o seu sucesso regulatório é o nosso objetivo. Entre em contato conosco hoje mesmo e agende uma reunião diagnóstica totalmente gratuita! Leia também nossos outros artigos: Curiosidades: adição de sabores na cerveja A diversidade da kombucha Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.

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Análise microbiológica em alimentos

O Guia Completo sobre a Análise Microbiológica na Indústria de Alimentos Primeiramente, garantir que um produto chegue à mesa do consumidor com excelência é o maior desafio do setor alimentício. Para que isso ocorra, a análise microbiológica na indústria de alimentos atua como um pilar fundamental. Mais do que uma simples etapa burocrática, ela é a principal ferramenta para atestar a segurança e a qualidade do que é produzido. Sumário Add a header to begin generating the table of contents Por que fazer a análise microbiológica de alimentos? A princípio, a realização de testes microbiológicos é o que garante a manutenção e a melhoria contínua da qualidade dos alimentos. Essa análise atua em duas frentes principais: a segurança alimentar (evitando doenças transmitidas por alimentos) e a qualidade sensorial (evitando alterações indesejadas de sabor, cor e textura). Além disso, os resultados obtidos funcionam como um excelente termômetro das suas instalações. Eles indicam, de maneira precisa, as condições reais de armazenamento, o rigor da higienização no processamento e a eficiência da rede de distribuição. Dessa forma, ao identificar precocemente se há contaminação e mapear exatamente quais são os microrganismos presentes na planta industrial, torna-se possível elaborar estratégias rápidas e assertivas para o controle ou a eliminação desses agentes. Determinação de Shelf Life (Tempo de Prateleira) Outro ponto crucial é a determinação do tempo de prateleira. Consequentemente, saber até quando um produto se mantém seguro e nutritivo depende diretamente do comportamento da sua microbiota ao longo do tempo. Uma análise bem executada evita desperdícios e protege a reputação da sua marca no mercado. O peso da legislação e as normativas de qualidade Portanto, é impossível falar de controle de qualidade sem mencionar as exigências legais. Os testes microbiológicos são estritamente necessários para atestar o cumprimento das legislações vigentes (como as normativas da ANVISA e do MAPA, dependendo da categoria do produto). Esses órgãos estabelecem o padrão microbiológico tolerado para cada tipo de alimento, determinando limites para patógenos perigosos (como Salmonella sp., Escherichia coli, Listeria monocytogenes e Staphylococcus aureus) e para microrganismos deteriorantes, como bolores e leveduras. Atender a esses critérios é o que permite a comercialização legal e segura da sua produção. Como e quando as análises devem ser feitas? Muitos produtores acreditam que o teste só deve ocorrer no final da linha de produção. No entanto, as análises microbiológicas podem e devem ser aplicadas durante todo o ciclo de fabricação. O monitoramento estratégico geralmente ocorre nas seguintes etapas: Matéria-prima: Para barrar a entrada de cargas microbianas altas antes que contaminem a fábrica. Superfícies e Equipamentos (Swab): Para validar a eficácia dos Procedimentos Padrão de Higiene Operacional (PPHO). Processamento e Produto Final: Para garantir que os métodos de conservação (como pasteurização, refrigeração ou adição de conservantes) foram eficientes. Ademais, essa abordagem contínua serve como uma forma robusta de prevenção, antecipando falhas antes que um lote inteiro seja comprometido. Eleve o padrão da sua produção Por fim, fica claro que o controle de qualidade de alimentos por meio das análises microbiológicas deixou de ser apenas uma obrigação legal para se tornar um diferencial competitivo. É uma ferramenta indispensável para aprimorar processos, reduzir perdas operacionais e, acima de tudo, oferecer produtos com segurança e excelência inquestionáveis aos consumidores finais. Tem alguma produção e deseja verificar detalhadamente como está a microbiota do seu alimento? A Catálise Júnior pode te ajudar a estruturar e otimizar esse controle! Referências FRANCO, B. D. G. M.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos Alimentos. São Paulo: Editora Atheneu, 2008. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Instrução Normativa nº 161, de 1º de julho de 2022. Estabelece os padrões microbiológicos para alimentos. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 06 jul. 2022. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução da Diretoria Colegiada – RDC nº 331, de 23 de dezembro de 2019. Dispõe sobre os padrões microbiológicos para alimentos e sua aplicação. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 dez. 2019.   Leia também: Por que terceirizar análises centesimais no seu negócio? Quais são as consequências de operar sem registro? Selos de cosméticos: o que ninguém nunca te contou 

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